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Programa LibVenture do Grupo Liberal realiza terceira rodada de negócios

Quatro Startups nas áreas socioambiental e e-commerce foram apresentadas

Abílio Dantas

Um dispositivo que elimina poluentes de automóveis, um sabonete vegano produzido por comunidades da Amazônia, tijolos e bloquetes feitos de plástico para construção civil e um shopping center virtual foram os produtos e modelos de negócios apresentados na terceira rodada do LibVenture, programa idealizado pelo Grupo Liberal em parceria com a Associação Paraense de Inovação e Tecnologia (Açaí Valley).

Na noite desta terça-feira, 12, quatro startups desenvolvidas no Pará apresentaram suas histórias, missões e diferenciais. O evento aconteceu na sede do Grupo Liberal, na avenida Romulo Maiorana, em Belém, e foi o terceiro encontro de uma série de quatro, que será encerrada na próxima quinta-feira, 14. Do total de 25 startups inscritas na primeira fase do LibVenture, 18 serão apresentadas.

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A empreendedora Tatiana Iamamoto, da startup Amazon Rhiira, foi a primeira a apresentar seu produto na sessão. “Nosso produto é um alinhador de moléculas acoplado a mangueira de combustível do sistema veicular que diminui em até 96% a emissão de carbono negro. Nós sabemos que o Brasil e o mundo estão em uma guerra para diminuir esse tipo de poluição também. Estamos vendo os efeitos como o aquecimento global, o efeito estufa e também sobre a saúde humana, cujo o reflexo são doenças degenerativas e respiratórias”, defendeu. Ao contrário de um filtro, o aparelho ordena e ioniza as partículas dos combustíveis, possibilitando a redução da emissão de carbono negro e o aumento de potência dos automóveis.

A Organização Comunitária de Adesão Social (Ocas), por sua vez, representada pelo biomédico, músico e empreendedor social Renato Rosas, desenvolve um trabalho com comunidades da Amazônia aliando sustentabilidade com inovação, ao desenvolver sabonetes veganos a partir de produtos biodegradáveis como caroços de açaí e cocos. “Especificamente queremos tratar a pele através de cosméticos naturais não poluentes da água e do solo e comercializar estes produtos ecologicamente corretos entre as pessoas de outras comunidades para que possam valorizar este estilo de empreendedorismo que surge como uma alternativa de renda para se conquistar melhoria da qualidade de vida de suas famílias”, explicou.

Voltada para a construção civil, a startup Amazon Recover, do engenheiro civil Marcos Sousa, apresentou como produto um processo que transforma plástico em tijolos, blocos e bloquetes. “Meu projeto tem uma pegada muito forte para a questão ecológica. O plástico se tornou um dos principais produtos que têm impacto no meio ambiente, que traz consequências para a sociedade como um todo. A partir do momento em que a gente retira esse material de rios, lagos e outros ambientes e o transforma em material de construção estamos contribuindo com o equilíbrio ambiental”, afirmou.

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O desenvolvedor de jogos digitais Bruno de Medeiros apresentou o projeto da startup Amazônia Shopping. A ideia é ampliar o conceito de venda digital para um local virtual capaz de proporcionar experiências semelhantes ao de um shopping físico, com as vantagens do mundo digital. “O Amazônia Shopping é um grande funil de vendas para lojistas e também foi criado para atender ao problema de horário de funcionamento limitado e a distância dos shoppings das moradias de uma boa parcela da população”, definiu o empreendedor.

A diretora de Mercado do Grupo Liberal, Aline Viana, avalia que até o momento a propostas de discutir soluções para os impactos ambientais na Amazônia vem sendo cumprida pelos participantes. “Hoje, por exemplo, de quatro startups, três são direcionadas para o enfrentamento dos impactos a partir da inovação, pensando em como podemos impactar a vidas das pessoas a partir da Amazônia também”, observa.

Após a finalização das quatro rodadas de apresentações, a diretora informas que uma nova etapa do projeto será iniciada. “Nós vamos entrar em uma nova fase, que é a fase de análise. Muitos startups bacanas passaram por aqui e a gente pode partir, inclusive, para novos modelos. Um modelo de aceleração para algumas startups específicas, de parcerias com outras. Vamos sentar agora, entre os membros da bancada do LibVenture e com os acionistas”, anuncia.

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