Biofertilizantes de caroço de açaí são produtos de projeto da Escola Vilhena Alves em Belém

Escola desenvolve uma incubadora de produtos e serviços voltados para bioeconomia

O Liberal
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A Escola Técnica Vilhena Alves, no bairro de São Brás, em Belém, cria um projeto voltado para a bioeconomia: a “Incubadora de Produtos e Serviços” vem envolvendo a participação da comunidade escolar. Professora e idealizadora do projeto da incubadora, Kátia Garcez, explica que o objetivo é facilitar a articulação institucional para viabilizar soluções sustentáveis para os desafios ambientais.

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Entre os projetos na Incubadora, destaque para o desenvolvimento do vinagre de banana, biofertilizantes de caroço de açaí e para o aproveitamento de alimentos. “O projeto já está causando um impacto tangível na forma como concebemos e produzimos produtos, a partir da rica biodiversidade amazônica. Observa-se uma mudança significativa na percepção dos estudantes em relação ao uso responsável dessa biodiversidade”, disse a professora Kátia Garcez, que dá aulas no curso subsequente Guia de Turismo.

A diretora do Vilhena Alves, Vânia Carneiro, ressalta a temática para a valorização da Amazônia. “É um compromisso da nossa equipe da escola técnica estadual promover ações dentro do projeto de bioeconomia, pois sabemos da importância desse momento para nossos alunos com a aproximação da COP 30, assim como prepará-los para uma autonomia financeira”.

Vânia Carneiro informou que o projeto tem o suporte da Secretaria de Ciência e Tecnologia (Sectet), por meio do Plano de Bioeconomia do Estado do Pará (PlanBio).

A metodologia do projeto, segundo a coordenação, “privilegia a relação do ensino aprendizagem com a organização de oficinas, palestras e mentorias com objetivo de criar oportunidades e soluções para problemas ambientais da Amazônia. A ideia é transformar ideias em realidades de novos produtos e serviços a partir da sociobiodiversidade”.

A iniciativa já rendeu pontos positivos, como a visibilidade do projeto que rendeu a contratação de dois alunos da turma subsequente de Guia de Turismo. Os estudantes Fabiane Sousa, Silvana Gonçalves e Rodrigo Cavalcante foram aprovados na seleção de estágio da empresa “Filha do Combu”, que trabalha com turismo sustentável na região das ilhas.

Para o aluno Rodrigo Cavalcante, conciliar o ensino com a prática é fundamental para o crescimento profissional. “Acreditar na economia sustentável e ver que esse empreendimento (Filha do Combu) valoriza o que eu prego uma satisfação enorme tanto como profissional quanto no âmbito particular. Só tenho a agradecer à professora Katia Garcez”.

Rodrigo Cavalcante também é um dos autores do e-book recém-lançado "Guia de turismo sustentável para a COP 30 no Pará", que pode ser acessado por link, acesse aqui.

Atualmente, a equipe do projeto "Incubadora" conta com estudantes do curso de Engenharia Química, da Universidade Federal do Pará (UFPA). Os universitários colaboram com a iniciativa no âmbito do Programa EcoEscola.

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