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Veja as mudanças que ocorreram em 'De Corpo e Alma' após a morte de Daniella Perez

Novela precisou ter os capítulos alterados com a morte da sua protagonista

Bruna Dias

O documentário "Pacto Brutal: O Assassinato de Daniella Perez" tem movimentado a web desde que os primeiros episódios foram liberados. Para quem não lembra, a jovem foi morta quando era estrela da novela "De Corpo e Alma”, e muitos se perguntam: como ficou a trama após o crime?

A obra que era exibida às 20h, na TV Globo, era paixão nacional. Com boa audiência, a autora Gloria Perez assinava seu primeiro trabalho solo. Sua filha, Daniella Perez era a protagonista com apenas 22 anos, ela vivia a jovem Yasmin.

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Guilherme de Pádua, par romântico de Daniella na trama e seu assassino na vida real, cometeu o homicídio quando mais de 50% da novela já tinha sido transmitida. Ele interpretava Bira.

Com o crime, Gloria Perez foi afastada, Leonor Bassères e Gilberto Braga assumiram a trama. Os autores revisaram cerca de 20 capítulos de "De Corpo e Alma”. Mesmo com a morte da filha, Gloria optou por não encerrar a novela e também não abandonar a sua produção.

De acordo com o diretor Daniel Filho, a autora teria dito que "continuar a trabalhar seria uma maneira de não morrer com a filha", então, ela voltou ao trabalho e seguiu escrevendo a novela até o último capítulo, que foi ao ar em 5 de março de 1993.

A solução encontrada para o final da personagem foi um intercâmbio. A personagem foi para o exterior estudar e nunca mais voltou. Porém, a última cena da jovem, que foi gravada horas antes do crime, foi ao ar no dia 19 de janeiro de 1993, quando Yasmin desce as escadas do sobrado da família e para no último degrau para ouvir uma conversa.

A cena em que ela se despede dos familiares no aeroporto foi realizada por uma dublê.

Já Bira desapareceu da trama sem maiores detalhes e nunca mais foi citado.

Após a perda da sua filha, Glória Perez usou seu trabalho como uma forma de protesto. Ao conduzir novamente o folhetim, ela abordou novos temas: a inadequação do Código Penal e a morosidade da Justiça.

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