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Grupo Parafolclórico mostra a importância da dança em todas as idades

Constituído por idosos, o grupo existe em Belém há doze anos levando arte e alegria para os paraenses

Thainá Dias

Mostrar que a arte independe da idade é um dos principais objetivos do Grupo Parafolclórico, administrado pela Secretária Municipal de Esporte, Juventude e Lazer (Sejel), através da liderança do professor Reginaldo Santos. O grupo que existe na capital paranese há doze anos, foi fundado com o intuito de expandir a cultura paraense em todo país, para todas as idades.

Segundo o coordenador, Reginaldo Santos, “nosso grupo surgiu há doze anos com a necessidade de oferecer uma atividade para os iodos que estava muito ociosos. Então queríamos eliminar aquela ideia dos idosos lotarem clínicas, postos de saúde mas sim que eles pudessem lotar locais de lazer também, melhorando assim mutuamente a saúde física e mental. Sempre atendíamos idosos pela questão da saúde mas resolvemos fazer um trabalho para que os idosos pudessem praticar mais atividades físicas. O projeto foi muito bem aceito, temos idosos até 90 anos. Quando idealizamos o grupo, um dos objetivos também foi divulgar a cultura paraense. Queremos preservar essa cultura mostrando que o idoso pode mostrar a cultura do nosso estado com muita maestria”, explicou.

Ainda segundo o coordenador do grupo, “o público pode esperar do grupo alegria, animação e o principal: uma experiência incrível de cumplicidade porque o grupo quando dança, é algo muito leve. Nós vamos fazer apresentações agora em Fortaleza e Piauí, ou seja, expandimos a nossa cultura pelo Brasil inteiro. Com isso, podemos mostrar tudo o que o Pará tem de bom, já ganhamos concursos de dança em outros estados”, destacou.

Para Reginaldo, é de fundamental importância que cada vez mais exista no Brasil, políticas públicas que beneficiem os idosos, principalmente trazendo qualidade de vida. “A gente almeja que existam cada vez mais políticas públicas para que tratem o idoso como eles merecem ser tratados. Tem muitos outros grupos de dança que trazem essa preservação da cultura paraense. É muito gratificante quando eu olho para o meu trabalho e vejo eles dançando, me agradecendo que saíram de uma depressão para dançar”, concluiu o professor.

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