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Final do The Voice + promete disputa de alta nível vocal e muita emoção

Hoje é o último dia da competição, e participantes disputam Semifinal e Final

Thainá Dias

 

Hoje é a grande final do The Voice + e a expectativa é que apresentações emocionantes fecha o último domingo de programa. Os participantes disputam no mesmo dia a semifinal e a final. O cantor e compositor paraense Pedrinho Cavallero falou para o grupo O Liberal sobre as perspectivas para a grande final do programa e para sua amiga pessoal e semifinalista, Clarisse Grova.

Para o cantor e compositor, a final não poderia estar mais especial. “É uma das melhores expectativas possíveis essa final do The Voice + 2022 porque tem grandes interpretes. Estamos vendo os cantores dando todo gás e será uma final bem disputada. Eu tenho uma pequena dúvida em relação ao ganhador desse ano. A Clarisse Grova é uma pessoa que eu conheço bem de perto é uma ótima cantora, mas não podemos esquecer que ali tem uma senhora de 90 anos que pode comover os jurados, até porque eles são seres humanos e pode ser algo possível de se entender”, explicou.

Cavallero fez questão de ressaltar o alto nível dos participantes dessa edição e foi só elogios para a amiga, Clarisse Grova, que concorre ao prêmio pelo time do cantor e técnico Toni Garrido. “Conheci a Clarisse Grova há trinta anos no Rio de Janeiro. Ela é visceral, e faz uma coisa muito difícil, ela une técnica e emoção. Além de ser professora de canto então ela está em contato constante com a parte técnica e emocional. Uma das grandes cantoras que eu conheço. Um ser humano da melhor qualidade, já veio em Belém várias vezes, inclusive foi uma das convidadas do meu show de 30 anos de carreira em 2009. Ela já se apresentou três vezes em Belém”.

“A Globo tem esse poder de divulgar vozes para o mundo inteiro, o programa é uma oportunidade de levar essas vozes além das fronteiras então é um programa necessário e cheio de oportunidades principalmente para os cantores dessa idade, como eu, como vários amigos”, destacou.

Pedrinho Cavalléro iniciou sua carreira profissional em 1979, compondo e realizando direção musical para o Grupo Experiência, na peça “Os Perigos da Bondade”. Participou de festivais por todo o Brasil, sendo premiado, inclusive, na esfera internacional, onde conquistou o 2º lugar no Festival da RFI em Paris. Suas músicas já foram gravadas por grandes intérpretes paraenses como Nilson Chaves, Nazaré Pereira e Lucinha Bastos.

 

Palavras-chave

Cultura
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