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Dira Paes e outros artistas lamentam a morte do cineasta Breno Silveira

Breno foi diretor do sucesso de bilheteria "2 filhos de Francisco", baseado na história da dupla Zezé Di Camargo & Luciano

Bruna Lima

Morreu de infarto, em Limoeiro, interior de Pernambuco, o cineasta Breno Silveira. Ele sofreu um mal súbito durante o primeiro dia de gravações do filme "Dona Vitória". Breno foi diretor do sucesso de bilheteria "2 filhos de Francisco", baseado na história da dupla Zezé Di Camargo & Luciano.A morte repentina do cineasta que levou histórias brasileiras para as telas do cinema comoveu familiares e amigos.

A TV Globo fez uma cobertura contando a trajetória do cineasta e vários artistas e diretores do audiovisual deram depoimento sobre Breno.

“O Breno dirigiu longas que têm cunho da humanidade na sua veia. Eu tenho certeza que quem assistiu a um filme do Breno Silveira foi tocado, de alguma forma, pelo talento dele, pela vibração dele, pelo olhar, pelo requinte da fotografia”, disse a atriz paraense Dira Paes.

“O Breno sempre foi um diretor muito atencioso, muito dedicado, muito amigo. E o Breno foi responsável pela mudança da minha vida”, afirmou o ator Thiago Martins.

“É muito difícil falar do Breno no passado, porque ele era um cara muito cheio de vida, com aquele sorriso de menino. Ele sorria com a alma inteira, era uma coisa aquele sorriso dele. Ele vai deixar muita saudade. Ele foi sempre intenso, profundo, potente. Minha gratidão eterna a ele”, disse a atriz Nanda Costa.

“Ele acreditava muito no Brasil, no que a gente é, na nossa cultura, na nossa estética, na nossa brasilidade. E ele defendia isso na tela, com garras e dentes. Ele era um brasileiro que tinha orgulho de ser brasileiro”, contou a diretora Mini Kerti.

“Passou a vida dele buscando o melhor retrato do Brasil, as melhores histórias dos brasileiros, e sempre muito conectado com a emoção. Era o instrumento principal dele”, enfatizou Renata Brandão, CEO da Conspiração Filmes.

“É muito simbólico o Breno partir em um set de filmagem, porque ali ele colocava a alma dele, o coração, a emoção. E eu aprendi muito isso com ele. Desde o princípio, eu via isso e falava... esse comprometimento com aquilo que mais emocionava ele: contar histórias”, afirmou a diretora Carolina Jabor.

“O Breno, em primeiro lugar, era um irmão. E era um dos maiores diretores da minha geração. É uma morte prematura avassaladora. Eu estou sem palavras. Foi um susto saber que ele estava no set de filmagem, fazendo o que ele mais gosta na vida, e, de repente, vem a notícia de que ele teve uma morte súbita, um ataque do coração, e não está mais aqui. O Breno era um poeta da imagem, era um cara que amava fazer o que ele fazia”, disse o diretor Andrucha Waddington.

“Apaixonado pelo o que ele fazia, totalmente comprometido com o ofício dele, uma pessoa que fazia questão de trabalhar com a emoção, que amava as histórias universais, de amor”, contou a roteirista Patrícia Andrade.

O primeiro filme dirigido por Breno, “Dois Filhos de Francisco”, foi um divisor de águas na carreira da dupla Zezé Di Camargo e Luciano.

“Um cara que eu tenho uma gratidão enorme. Depois que o Breno dirigiu o filme, depois que o Breno entrou em nossas vidas, que “Dois Filhos de Francisco” virou o sucesso que virou, a crítica, chamada a crítica séria no Brasil, reconheceu o Zezé Di Camargo e Luciano. Reconheceu e conheceu a nossa história”, ressaltou o cantor Luciano Camargo.

“Acho que o Breno deixa um legado para o cinema brasileiro. Um legado de orgulho, de historicidade, de genialidade, e de muito amor”, completou Dira Paes.

Cultura
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