'Foram vendidos', diz voluntário que ajuda na busca de crianças desaparecidas no Maranhão
Os trabalhos seguem de forma contínua, 24 horas por dia, na tentativa de localizar as crianças desaparecidas
Um voluntário envolvido nas buscas pelas duas crianças desaparecidas em Bacabal, Maranhão, levantou a suspeita de que os irmãos possam ter sido vendidos. A hipótese surgiu diante da falta de pistas concretas sobre o paradeiro das crianças, mesmo após quase 13 dias de buscas intensas.
As buscas por Ágatha Isabelly, de 6 anos, e Allan Michael, de 4 anos, chegaram ao 12º dia nesta quinta-feira (15). A força-tarefa envolve equipes de resgate do Maranhão, militares do Exército Brasileiro e voluntários que se mobilizaram após a ampla repercussão do caso.
Os trabalhos seguem de forma contínua, 24 horas por dia, na tentativa de localizar as crianças desaparecidas.
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Veja o vídeo do voluntário
Anderson Kauan, de 8 anos, foi localizado no dia 7 de janeiro em uma estrada próxima ao rio Mearim, a cerca de 100 metros de distância. Ele estava debilitado e sem roupas. Após ser atendido, Anderson passou por exames que confirmaram que ele não sofreu abuso sexual.
(*Gabrielle Borges, estagiária de jornalismo, sob supervisão de Heloá Canali, editora executiva de OLiberal.com.)
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