Entenda o que pode ter provocado o risco de desabamento da passarela da Júlio César, em Belém
A retirada da estrutura foi considerada necessária para permitir uma análise mais detalhada das causas do problema. Saiba mais!
A passarela da Avenida Júlio César, em Belém, começou a ser retirada na noite desta terça-feira (10) após apresentar risco de desabamento na última sexta-feira (7). A estrutura será submetida a uma perícia para identificar as causas do problema.
Segundo a Secretaria Municipal de Infraestrutura de Belém (Seinfra), duas hipóteses principais são investigadas: possíveis problemas no solo onde a passarela foi construída ou danos de um acidente com carreta ocorrido em outubro do ano passado.
Em entrevista ao Grupo Liberal, o titular da Seinfra, Arnaldo Dopazo, afirmou que as equipes técnicas monitoram a estrutura continuamente desde o incidente da última sexta-feira (7).
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Estrutura sobre área de canal
Uma das possibilidades investigadas envolve as condições do solo. O secretário explicou que a passarela foi construída sobre uma área de canal, o que pode ter influenciado no comportamento da base.
A retirada da estrutura foi considerada necessária para permitir uma análise mais detalhada das causas do problema. Dopazo explicou que a remoção é essencial para uma pesquisa mais detalhada, pois a análise no local traria grande transtorno ao fluxo de veículos.
O secretário detalhou que as primeiras coletas de dados foram feitas, e agora a estrutura será retirada da Avenida Júlio César para análise conclusiva em solo.
Acidente com carreta também é investigado
A segunda hipótese analisada está relacionada a um acidente com carreta ocorrido em outubro do ano passado. Na ocasião, uma carreta ficou presa na estrutura, podendo ter causado algum tipo de dano.
A Seinfra informou que a perícia avaliará se esse incidente comprometeu a estrutura ao longo do tempo.
A secretaria espera que o resultado da análise conclusiva seja apresentado nos próximos dias. “A gente está estimando até o início da outra semana ter, se possível, um laudo conclusivo”, estimou o titular da Seinfra.
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