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Em Belém, cachorro caramelo encanta ao 'cuidar' de tutor cadeirante no bairro da Pedreira

Ronaldo e o cachorro caramelo Arisco estão fazendo sucesso no bairro da Pedreira ao dar exemplo de companheirismo entre pet e dono

Amanda Martins

A cumplicidade e o amor entre o cachorro caramelo Arisco com o seu dono Ronaldo da Silva está chamando a atenção de quem passa pela Travessa Vileta, no bairro da Pedreira, em Belém. Sempre juntos, o cachorrinho, que é o “fiel companheiro” de Ronaldo, não larga o tutor nem durante as vendas de bombom no sinal, e às vezes, parece empurrar a cadeira de rodas do tutor para facilitar a  locomoção pela via pública. 

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O pequeno Arisco, de três anos e cinco meses, entrou na vida do paraense quando ainda era filhote, dado como um presente da irmã de Ronaldo, e desde então, dono e pet são considerados “inseparáveis”. O dog é muito mais que um animal de estimação para o morador do bairro de Fátima, Arisco já faz parte da família do vendedor de bombom. 

“Ele é meu parceiro, meu amigo de todas as horas. Eu moro sozinho e só tenho ele. Não tenho mulher, sou solteiro. Arisco faz parte da minha família, é como o meu filho”, afirma Ronaldo sobre o amor  que sente pelo “cãomigo”, acrescendo que não consegue ficar longe do pet nunca, tanto prova, que o animal o acompanhou até em uma festa.

Quando começou a  trabalhar nas ruas da capital paraense, por estar passando por dificuldades financeiras, Ronaldo não cogitou a possibilidade de abandonar o melhor amigo. Ele e o mascote “ajudante”, Arisco, passaram a vender os bombons no sinal. Mas, o que chamou atenção das pessoas foi o comportamento amoroso do cachorro, que sempre acompanha o seu dono.

E a maneira que o paraense consegue retribuir o amor do pet é “cuidando mais dele do que si mesmo”. Ronaldo, inclusive, construiu uma “casinhapara Arisco morar, mas o cão ainda prefere ficar dentro da casa do pet, dormindo ao lado dele. 

A casinha do Arisco construída na residência do Ronaldo, no bairro de Fátima, em Belém  (Reprodução/ Arquivo pessoal)

Com a pandemia há quase três anos e o período de chuva, em Belém, nos últimos meses, o vendedor não tem conseguido dinheiro suficiente para se sustentar e cuidar do animal de estimação. Mesmo com as dificuldades, o rapaz segue fazendo o melhor que pode melhor amigo.

“O dinheiro não está dando, porque tudo está caro, eu passo muita dificuldade. Mas, o que eu como, o Arisco come também, às vezes falta ração, eu faço comida pra gente mesmo", afirma. 

Ajude o Ronaldo e o Arisco

Para quem quiser ajudar o vendedor de bombom Ronaldo e seu “cãopanheiro” Arisco, pode encontrá-lo no sinal com a Travessa Vila com a Pedro Miranda, no bairro da Pedreira. O rapaz também trabalha como flanelinha em uma farmácia Drogasil, na Marquês de Herval.   

(Estagiária Amanda Martins, sob supervisão da coordenadora de OLiberal.com, Heloá Canali)

Belém
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