Avenida Liberdade é interditada após asfalto ceder em Belém
Segundo a Seinfra, a medida é temporária e tem como objetivo permitir a execução dos serviços de recuperação da via
A Avenida Liberdade, em Belém, foi interditada temporariamente neste domingo (28) após o agravamento do comprometimento da pista. Mais cedo, imagens que circulam nas redes sociais mostraram o asfalto cedendo e o início da formação de uma cratera. Ao longo do dia, novos vídeos registrados por moradores e motoristas revelaram rachaduras e deformações em outros pontos da via.
Em nota, a Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seinfra) informou que a interdição foi adotada após equipes técnicas identificarem, durante o monitoramento e inspeções preventivas na Avenida Liberdade, a necessidade de realizar correções em um trecho de aproximadamente 150 metros.
Segundo a pasta, a medida é temporária e tem como objetivo permitir a execução dos serviços de recuperação da via. A Seinfra também destacou que todos os custos das intervenções serão de responsabilidade das empresas executoras da obra, sem qualquer ônus para o Estado.
Nas últimas semanas, motoristas que utilizam a Avenida Liberdade diariamente já vinham relatando sinais de instabilidade no pavimento e alertavam para a sensação de que o asfalto estava cedendo. A situação ganhou repercussão neste domingo, quando as primeiras imagens do afundamento da pista passaram a circular nas redes sociais.
Até o momento, a Seinfra não informou a previsão para a conclusão dos reparos e a liberação da via. O caso segue sendo acompanhado, enquanto equipes trabalham na recuperação do trecho comprometido.
Veja a nota na íntegra da Seinfra:
A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística (Seinfra) informa que, durante o monitoramento e inspeções preventivas na Avenida Liberdade, foi identificada a necessidade de correções em um trecho de aproximadamente 150 metros. Para a execução dos serviços, decidiu-se pela interdição temporária da via. A Seinfra ressalta que todos os custos referentes às intervenções serão de responsabilidade das empresas executoras, sem ônus para o Estado.
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