Gianni Infantino, presidente da Fifa, afirmou ontem que a Copa do Mundo de 2026 será uma ocasião para unir as pessoas, “especialmente no nosso mundo de hoje”. Ele comentou sobre um possível boicote ao torneio, por algumas seleções europeias, após as ameaças do presidente estadunidense, Donald Trump, de tomar a Groenlândia.
Nikolas Ferreira, deputado federal (PL-MG), disse ontem que não se considera responsável pelo incidente que deixou 89 pessoas feridas depois de terem sido atingidas por um raio. “Foi literalmente por algo que foge do nosso controle”, declarou.
Pedro Sánchez, primeiro-ministro da Espanha, comunicou que seu país não integrará o Conselho da Paz, iniciativa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O líder espanhol justificou a recusa com base em seu compromisso com a ONU e com o multilateralismo.
Celso Amorim, principal assessor internacional do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, afirmou em entrevista a O Globo não ver possibilidade de o Brasil aderir à proposta do presidente Donald Trump, de criação de um Conselho de Paz para Gaza nos termos em que foi redigida.
Javier Milei, presidente argentino e principal aliado de Donald Trump na América Latina, atacou o socialismo em seu discurso no Fórum Econômico Mundial em Davos, ontem, afirmando que agora, “o mundo começou a despertar”.
Luiz Edson Fachin, presidente do STF, afirmou ontem, a O Globo, que a iniciativa do Código de Ética busca alinhar a Corte a padrões internacionais de transparência e integridade, sem comprometer a independência judicial.
Donald Trump, presidente dos EUA, em carta ao primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre enviada no domingo, segundo a Agência Reuters. “Caro Jonas: dado que seu país decidiu não me conceder o Prêmio Nobel da Paz por eu ter parado mais de 8 guerras, já não me sinto obrigado a pensar exclusivamente na paz”, escreveu o republicano.
Jonas Gahr Stoere, primeiro-ministro da Noruega, reagindo após o presidente dos EUA, Donald Trump, anunciar a intenção de impor tarifas de até 25% para o países contrários ao plano do republicano de comprar a Groenlândia.
Paulo Gonet, procurador-geral da República, em manifestação na segunda fase da Operação Compliance Zero, diz que o Master usou uma “rede de entidades conectadas entre si” para executar operações ilegais.
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