Apesar dos avanços militares, o primeiro-ministro reconheceu que o país atravessa dias dolorosos, citando nominalmente as perdas de vidas civis em Tel-Aviv e, mais recentemente, em Beit Shemesh.
Pedro Sánchez, primeiro-ministro da Espanha, comunicou que seu país não integrará o Conselho da Paz, iniciativa do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. O líder espanhol justificou a recusa com base em seu compromisso com a ONU e com o multilateralismo.
Primeiro-ministro negou ter conhecimento sobre quaisquer detalhes do esboço de acordo alcançado por Trump e pelo secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan)
Donald Trump, presidente dos EUA, em carta ao primeiro-ministro da Noruega, Jonas Gahr Støre enviada no domingo, segundo a Agência Reuters. “Caro Jonas: dado que seu país decidiu não me conceder o Prêmio Nobel da Paz por eu ter parado mais de 8 guerras, já não me sinto obrigado a pensar exclusivamente na paz”, escreveu o republicano.
O ministro declarou que o Brasil recuperou o poder de compra do salário mínimo, analogamente ao que foi feito no segundo mandato do presidente Lula e no primeiro mandato de Dilma
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