Starmer diz que Reino Unido reforçará defesa contra ameaças do Irã, mas não entrará em guerra
Primeiro-ministro disse que Londres tem coordenado ações com os Estados Unidos e outros aliados para reforçar a segurança
Reino Unido adota medidas para reduzir ameaças do Irã e reforçar a defesa no Oriente Médio, segundo o primeiro-ministro Keir Starmer. Ele destacou que o governo britânico busca evitar o envolvimento direto em conflitos sem base legal clara.
Em sessão no Parlamento britânico, Starmer mencionou a coordenação com os Estados Unidos e outros aliados. O objetivo é reforçar a segurança regional. Londres mantém contato para pré-posicionar forças e equipamentos.
O premiê citou o envio antecipado de sistemas de radar, defesa aérea terrestre e equipamentos contra drones. Caças F-35 já operam no Oriente Médio e na região de Chipre. Helicópteros antidrones serão enviados à ilha esta semana e o destróier HMS Dragon vai para o Mediterrâneo.
Cautela na intervenção militar
Respondendo à líder do Partido Conservador, Kemi Badenoch, Starmer reiterou a cautela. Ele não pretende envolver o país em conflito direto sem garantias jurídicas e estratégicas. A Força Aérea Real (RAF) não atacará posições iranianas sem base legal.
O primeiro-ministro afirmou que não estava preparado para que o Reino Unido entrasse em uma guerra sem base legal. Um plano viável e bem pensado também é essencial. Essa posição permanece inalterada.
Proteção interna e impactos econômicos
A proteção dos cidadãos do Reino Unido é a prioridade do governo. O país também trabalha para mitigar impactos do conflito. Desabastecimento no mercado de energia é uma das preocupações.
O premiê destacou o reforço das defesas internas. Mísseis de defesa aérea estão sendo reabastecidos. Starmer frisou a necessidade de agir com propósito, clareza e cabeça fria.
Palavras-chave
COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA