Em fevereiro, a Primeira Turma condenou os irmãos Domingos e Chiquinho Brazão, apontados como mandantes do crime, a penas de 76 anos e três meses de prisão cada, por organização criminosa armada, duplo homicídio qualificado e tentativa de homicídio qualificado contra assessora que sobreviveu ao atentado
Ele responde pelo crime de homicídio qualificado. Após ter ficado preso por 10 meses, o empresário foi posto em liberdade provisória em maio do ano passado.
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