Hoje foi condenado em junho de 2024 a 14 anos e seis meses de prisão pelo STF por crimes relacionados aos ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília
A denúncia aponta que, durante sessão da Câmara dos Deputados, Gilvan ofendeu a dignidade do militar e atribuiu falsamente "fatos definidos como crimes ao general".
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