Entre os presos está uma mulher, apontada pela Polícia Civil como líder comunitária da área, e que ela teria envolvimento direto com um integrante de facção criminosa morto no Rio de Janeiro durante uma operação policial no complexo da Penha, em outubro de 2025
A 6ª Promotoria de Justiça Criminal da Capital identificou indícios de que os recursos utilizados pelo grupo tinham origem em atividades criminosas, como tráfico de drogas e extorsão
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