Suspeito de matar vigilante é preso por roubo, extorsão e associação criminosa em Ananindeua
A ação que cumpriu mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão na quinta-feira (23)
Suspeito de envolvimento no assassinato de um vigilante em Ananindeua foi preso pela Polícia Civil na quinta-feira (23), durante o cumprimento de mandados judiciais. A prisão ocorreu no âmbito de uma investigação que apura crimes de roubo, extorsão, tortura e associação criminosa armada.
A ação foi realizada por equipes da Delegacia de Homicídios de Agentes Públicos (DHAP), que deram cumprimento a mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão contra o investigado. Segundo a delegada Eugenie Beatriz, titular da especializada, o homem é apontado como autor de um roubo ocorrido no dia 3 de julho de 2025, em Tailândia.
“O alvo da investigação é um homem apontado como autor dos crimes de roubo, agravado pelo emprego de arma de fogo, concurso de pessoas e restrição da liberdade da vítima, extorsão majorada e associação criminosa armada. Os crimes por ele tiveram como vítimas pai e filho, que foram submetidos a grave ameaça, além de violência e tortura física e psicológica”, explicou
Ainda de acordo com as investigações, o suspeito também é apontado como envolvido no homicídio de um vigilante, registrado em setembro de 2025, no bairro Distrito Industrial, em Ananindeua. “A vítima foi um vigilante, executado com mais de 15 disparos de arma de fogo a mando de uma facção criminosa”, continuou a delegada Eugenie Beatriz.
Durante o cumprimento dos mandados, o homem e a companheira dele foram flagrados com entorpecentes. No local, os policiais apreenderam uma balança de precisão, aparelhos celulares, relógios, um tablete de maconha e uma porção de óxi.
Diante da situação, o investigado deve responder pelos crimes de roubo, extorsão, tortura e associação criminosa armada. Além disso, o casal também foi autuado por tráfico de drogas e associação para o tráfico. Ambos foram encaminhados à delegacia, onde passaram pelos procedimentos legais e permanecem à disposição da Justiça. As investigações seguem em andamento para identificar outros possíveis envolvidos nos crimes.
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