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Suspeito de envolvimento em caso de estupro coletivo em Marabá é solto pela Justiça

A Defensoria Pública do Estado do Pará apresentou provas que indicariam a falta de elementos suficientes para justificar a prisão

O Liberal

A Justiça revogou a prisão de um homem que havia sido detido sob suspeita de envolvimento em um caso de estupro coletivo ocorrido em Marabá, no sudeste do Pará. A decisão de liberação foi tomada na sexta-feira (13), após a apresentação de novos elementos pela Defensoria Pública do Estado do Pará (DPE-PA), segundo nota divulgada nesta sexta-feira (20). O crime teria ocorrido no dia 7 de fevereiro e a prisão do investigado foi feita horas depois.

Segundo a Defensoria, a medida ocorreu após a realização de uma investigação defensiva, conduzida com base nas atribuições constitucionais do órgão. “O conjunto probatório produzido demonstrou, de forma objetiva e consistente, que Watilla Pedrosa de Gois encontrava-se na cidade de Itupiranga/PA, desde o período da manhã até o momento de sua prisão, por volta das 21h30 do dia 7 de fevereiro de 2026”, alegou a DPE no pedido de soltura do suspeito.

O homem havia sido preso, tendo como principal elemento indicativo contra ele o reconhecimento de sua voz pela suposta vítima. Conforme a DPE, não há existência de outras provas que o vinculassem ao crime. Durante a apuração, também teriam sido reunidos diferentes materiais para a defesa, como depoimentos de testemunhas, imagens de câmeras de segurança, registros de conversas com preservação da cadeia de custódia digital, comprovantes de transações via PIX, além de fotografias e vídeos.

De acordo com a Defensoria, as provas apresentadas indicariam a impossibilidade de sua participação nos fatos investigados em Marabá. Com base nas informações apresentadas, o Poder Judiciário entendeu que não havia elementos suficientes para justificar a manutenção da prisão preventiva e determinou a soltura do investigado.

Na nota, a Defensoria Pública do Estado do Pará ainda reforçou o compromisso com os direitos humanos, a ampla defesa, o contraditório e a garantia dos direitos fundamentais, especialmente em casos que envolvem acusações graves e que exigem rigor na apuração.

 

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