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Soldado da PMPA é encontrado morto com tiro na cabeça dentro de residência no Maranhão

A polícia maranhense acredita que o caso tenha relação com uma quadrilha que cobra dívidas na cidade e que sequestra policiais militares

O Liberal

O soldado da Polícia Militar do Pará, identificado como Francisco Martins Gonçalves, de 28 anos, foi encontrado morto com um tiro na cabeça, dentro de uma residência, no bairro Vila Santa Clara, que fica no município de Imperatriz, interior do Maranhão, de onde ele era natural. O caso foi registrado na última quarta-feira (20) e ainda é um mistério para as autoridades policiais daquele estado.

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Um suspeito foi preso e encaminhado para a Unidade Prisional de Ressocialização de Imperatriz. Ele deverá responder por extorsão mediante sequestro. Segundo a polícia do Maranhão, o homem estava na companhia da vítima no momento do ocorrido. A polícia maranhense acredita que o caso tenha relação com uma quadrilha que cobra dívidas na cidade e que sequestra policiais militares.

Ainda de acordo com informações policiais, o tiro que matou Francisco partiu de uma arma .40. O trabalho da perícia vai ajudar a esclarecer as circunstâncias da morte e será fundamental na identificação de quem atirou. A Polícia Civil do Maranhão contin​ua investigando o caso.

Segundo o tenente-coronel Sampaio, da Polícia Militar do Maranhão, as primeiras informações repassadas à corporação apontam que o caso pode ter relação com a cobrança de dívidas. “A pessoa da casa teria vendido um veículo e não teria repassado o carro. O cidadão [pessoa que comprou o carro] procurou o policial militar do Pará, buscando reaver o dinheiro dele. No interior da residência, houve uma situação na qual, quando o policial teria visto a presença da PM, ele teria cometido suicídio. Ratifica-se ainda que a gente, levantando as pessoas envolvidas na ocorrência, verificou a existência de processo por tráfico e receptação por parte do proprietário da casa e da outra parte ele tem uma ocorrência por furto no Piauí”, disse o militar, que não deixou claro quem exatamente seria essa outra parte.

De acordo com o delegado da Polícia Civil do Maranhão, Lourival Lima, o local da ocorrência era “totalmente atípico”. Havia policiais militares do Maranhão e do Pará, informou. O policial civil contou ainda que as investigações têm “outras situações a se esclarecer como sequestro, hackers, contas que estavam sendo cobradas, aqui em Imperatriz, por esse grupo”. “Uma quadrilha formada por pessoas comuns e pessoas da Segurança Pública”, disse o delegado, durante entrevista à TV Mirante.

A reportagem de O Liberal entrou em contato com a Polícia Militar do Pará, em busca de mais informações sobre o caso, para esclarecer, por exemplo, se Francisco estava de férias ou folga no Maranhão. À PMPA também foi questionado se os outros policiais militares, mencionados pelo delegado Lourival Lima, já foram identificados e o que estariam fazendo no outro estado.

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