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Governador anuncia prisão de mandante do triplo homicídio na Cabanagem no domingo

Helder Barbalho anunciou que o suspeito foi preso na cidade de Goiânia, em Goiás

Redação Integrada

O governador Helder Barbalho anunciou em suas redes sociais, no início da noite desta terça-feira (07), a prisão do mandante do triplo homicídio ocorrido no último domingo (5), no bairro da Cabanagem, em que foram assassinados o sargento PM, Rui Vilhena Gonçalves, de 51 anos, o sogro do militar, José Rubens, e um amigo deles, José Ribamar. O preso é Jorge Luiz Miranda Pereira preso por volta das 17h na casa dele em Goiânia (GO).

"Agradeço o apoio da Polícia Civil de Goiás que nos ajudou na missão. Todos os outros envolvidos já foram identificados e é questão de tempo às prisões. Reitero o compromisso, em meu governo, dos órgãos de segurança pública, em garantir paz para a população. Não vamos permitir que a violência vença no Estado'', diz um trecho da postagem do chefe do executivo estadual, feita no seu Twitter na internet.

Segundo o governo estadual, Jorge Luiz é conhecido como "Nena", estava foragido do sistema penal paraense. Ele teria participação ativa no planejamento para a execução de atentados contra outros agentes de segurança no Pará, bem como, na morte de duas pessoas em abril de 2018, na Arena de Futebol, conhecida como "Campo do Chuveirinho", no Bairro do Coqueiro, Região Metropolitana de Belém (RMB). Entre as vítimas desse crime, havia um sub-tenente da reserva da Polícia Militar do Estado do Pará. 'Nena' deverá ser apresentado em no máximo três dias.

Integrante de uma facção criminosa, "Nena" responde a cinco inquéritos na Divisão de Homicídios do Pará, todos em  desfavor de agentes da segurança pública. Além dele, já foram identificados o intermediário desses crimes e os dois executores.

 

Na tarde da última segunda-feira (06), o Governo estadual organizou uma coletiva à imprensa com representantes dos órgãos de segurança pública para comunicar a formação de uma força-tarefa para apurar o triplo homicídio da Canagem. A comunicação foi feita pelo Delegado-Geral da Polícia Civil, Alberto Teixeira.

Participam da força-tarefa, agentes do Núcleo de Inteligência Policial (NIP), da Diretoria Estadual de Combate à Corrupção (Decor), da Delegacia de Homicídios de Agentes Públicos (DHAP), Siac/Segup e a Inteligência da PM. Como parte dos trabalhos de elucidação do crime, a Polícia Militar anunciou a Operação Ocupação no Bairro, desencadeada desde às 17h, desta segunda-feira, na Cabanagem, a fim de combater a criminalidade e levantar informações sobre a chacina.

De acordo com o delegado Alberto Teixeira, "a partir dos depoimentos, das imagens dos executores e de outras formas que nós possuímos como instrumentos de investigação e a atuação em rede da polícia civil, militar e do sistema penal, foi possível a identificação do acusado". Além dele, o delegado informou que todos os outros três envolvidos já estão identificados e a prisão é apenas uma questão de tempo.

O CRIME

O crime aconteceu por volta das 16h30, do último domingo (05), na rua São Domingos esquina com a rua União, no bairro da Cabanagem, em Belém. O sargento PM, Rui Vilhena Gonçalves, o sogro, José Rubens, e um amigo deles, José Ribamar, foram mortos quando estavam num bar, por dois homens numa moto, que já chegaram efetuando os disparos. A mulher do sargento Rui Gonçalves, Rafaela Pereira Leite, também estava presente e foi atingida com um tiro no peito mas sobreviveu, sendo levada para um hospital. Ela segue internada no Hospital Metropolitano de Urgência e Emergência, mas não corre risco de morte. Na próxima quinta-feira (9), ela passará por uma cirurgia 

Segundo relato policial, um dos homens que efetuou os disparos usava uma camisa amarela de mototaxista. Desde então, os órgãos estaduais de segurança pública iniciaram as diligências para esclarecer as mortes e responsabilizar os culpados. 

De imediato, o Comando da Polícia Militar do Pará divulgou nota, lamentando as mortes e informando que a PM já estava nas ruas, por meio do motopatrulhamento do Comando de Policiamento da Capital II (CPC II) e de equipes do Comando de Missões Especiais (CME) buscando pistas e indícios que levassem à prisão dos autores do crime. A Divisão de Homicídios da Polícia Civil está à frente das investigações.

Polícia
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