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Caso Yasmin: dono da lancha vai a júri popular, confirma advogado; julgamento será em 31 de maio

Após uma longa audiência de instrução, encerrada na noite desta terça-feira (17), mais uma etapa do processo chega ao final

Fabyo Cruz

Lucas Magalhães, proprietário e condutor da lancha na qual Yasmin Cavaleiro de Macêdo estava no dia em que morreu, em dezembro de 2021, vai a júri popular. A informação foi confirmada pelo advogado da família da influencer e estudante de Medicina Veterinária, na noite desta terça-feira (17), após a audiência de instrução sobre o caso. Foram mais de nove horas de procedimentos, que encerram mais uma etapa do processo. O julgamento está pré-agendado para o dia 31 de maio deste ano.

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image Lucas será julgado pelos quatro crimes dos quais foi acusado: homicídio com dolo eventual, disparo de arma de fogo, posse de arma de fogo e fraude processual (Filipe Bispo / O Liberal / Arquivo)

Após a audiência, ficou decidido que Lucas será julgado pelas quatro acusações que pesam contra ele: homicídio com dolo eventual, disparo de arma de fogo, posse de arma de fogo e fraude processual. A fraude, segundo as investigações da Polícia Civil, é porque após o desaparecimento de Yasmin, ele teria, supostamente, escondido a arma de fogo que manuseou; teria determinado a modificação da lancha apreendida; e ainda teria inserido, após a ocorrência, novos equipamentos de segurança na embarcação, adulterando a apreensão.

Além de Lucas, outras seis pessoas foram indiciadas pela PC: Euler André Magalhães da Cunha, Bruno Faganello dos Santos, Alex Teixeira do Rosário, Cecília Souza de Souza, Claudielly Tayara de Souza da Silva e Barbara de Araújo Ramos. Todos estavam na embarcação junto com Yasmin e foram apontados no inquérito policial entregue ao Ministério Público do Pará (MPPA).

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