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Banpará confirma que segurança foi baleado durante assalto a agência

Josias Gomes, de 36 anos, foi atendido em um hospital particular e não corre risco de morte

Redação Integrada
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O Banco do Estado do Pará (Banpará) confirmou na tarde desta terça-feira (6) que um segurança que trabalha na agência de Viseu, no nordeste do estado, foi baleado durante o assalto na manhã de hoje (06). Identificado como Josias Gomes, de 36 anos, o funcionário de uma empresa terceirizada que presta serviços ao banco teria sido ferido na parte lateral das costas, na altura do quadril. Mais cedo, o Banco havia negado o baleamento do funcionário, mas teve que corrigir a informação no começo da tarde.


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O segurança foi atendido no Hospital das Bem-Aventuranças (HBA), uma unidade de saúde particular do município, onde teve a bala removida. Segundo o Banpará, seu estado de saúde é estável, e ele não deve precisar ser transferido. O banco ainda confirmou que alguns clientes foram feitos reféns, mas foram liberados logo quando os criminosos saíram da agência. Contudo, outras pessoas que estavam na rua foram levadas pelos criminosos na fuga. 

Segundo a Polícia Militar, no último relatório, as caminhonetes foram vistas passando com o reféns pela Vila Amadeu, já em Cachoeira do Piriá, a cerca de 60 quilômetros de onde o banco foi assaltado. A informação de que os policiais teriam encontrado reféns já liberados em uma área de mata ainda não foi confirmada pela assessoria da PM ou Polícia Civil, já que os telefones dos agentes que participam da operação estão foram da área de cobertura, o que impede o envio de relatórios. 

Veja imagens com ação da quadrilha:


Além da Polícia Civil, a Polícia Militar acompanha a ocorrência com Guarnições do Grupo Tático Operacional (GTO) de Bragança e de Capanema, que já estão na cidade de Viseu para reforçar o policiamento local e conter a ação de criminosos que invadiram a agência. 

De acordo com coronel PM Cidon comandante do Comando de Policiamento Regional a Polícia Militar 7, sediado em Capanema, seriam supostamente quatro caminhonetes utilizadas pelo bando. Eles teriam utilizado moradores como "escudo humano". Policiais da Companhia Independente de Operações Especiais (CIOE) saíram da base do Grupamento Aéreo da Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social (Segup), em Val-de-Cães, com o objetivo de reforçar também a ação da Polícia Militar e neutralizar o assalto.

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