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​Ameaças de massacres causam pânico em escolas do Pará

Os casos estão sendo investigados pela Polícia Civil, que realiza diligências estão sendo feitas para ouvir testemunhas e levantar informações sobre as denúncias

O Liberal

Quatro ameaças de supostos massacres a escolas públicas estaduais e municipais do Pará foram registradas, nas últimas semanas, nos municípios de Cametá, Moju, ambos no nordeste paraense, e Uruará, na região sudoeste do estado. Com informações dos sites Moju News e A Voz do Xingu.

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Procurada pela reportagem de OLiberal.com, a Polícia Civil informou, por meio de nota, que os casos estão sendo investigados e “diligências estão sendo feitas para ouvir testemunhas e levantar informações sobre as denúncias”, assegura o comunicado da PCPA. A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) também foi procurada para se manifestar sobre os casos que envolvem escolas estaduais, mas ainda não deu retorno.

As ameaças mais recentes foram identificadas, na última quarta-feira (25), na Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Er​​nestina Pereira Maia, em Moju; bem como nas escolas Estadual de Ensino Fundamental e Médio Melvin Jones, em Uruará; e Municipal de Ensino Fundamental Instituto Educacional Uruará. Em Cametá, o primeiro caso de suposto massacre contra alunos e professores foi registrado no último dia 18 de maio.

Moju

No caso de Moju, uma mensagem teria sido encontrada em uma das paredes da instituição de ensino, alertando para um suposto massacre marcado para ocorrer no próximo dia 1º de junho. “Vai acontecer um massacre nessa escola dia 01/06/2022. Atenção!”, dizia o recado.

Por meio de nota, a direção da Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Ernestina Pereira Maia, em Moju, informou que tomou as medidas cabíveis, registrando um boletim de ocorrência sobre o caso, bem como formalizando um ofício à 8ª Companhia Independente da Polícia Militar e para a Secretaria Municipal de Segurança Pública de Moju.

Ainda segundo a nota, para reforçar a segurança da comunidade escolar, uma equipe da Polícia Militar esteve presente na escola fazendo rondas; abordagens, quando necessárias; e vistorias nas dependências da escola.

Uruará

Os dois casos, também registrados na quarta-feira (25), em Uruará, provocaram o esvaziamento das escolas, depois que um suposto áudio com ameaças teria sido compartilhado nas redes sociais, deixando pais e alunos em pânico.

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A Escola Municipal de Ensino Fundamental Instituto Educacional Uruará divulgou um posicionamento, informando que já tomou todas as providências necessárias e acionou as autoridades policiais para investigar o caso.

“A E.M.E.F Instituto Educacional Uruará está ciente das mensagens/áudios que estão circulando nas redes sociais e informa a todos que as autoridades já estão tomando providências sobre o caso”, afirma o comunicado emitido pela unidade de ensino. Não foram divulgados maiores detalhes sobre a Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Melvin Jones. A instituição apenas disse que acionou a polícia para acompanhar o caso.

Cametá

Um perfil fake foi criado nas redes sociais e uma pintura deixada no banheiro da Escola Municipal de Ensino Fundamental Maria Nadir Filgueira Valente, em Cametá, alertavam para uma suposta chacina na instituição. Na mensagem, o autor dizia: “vai acontecer um massacre”.

A escola não divulgou maiores informações sobre como a mensagem foi encontrada, mas garantiu que imagens das câmeras de segurança instaladas próximas do banheiro seriam analisadas para ajudar na apuração do ocorrido. Além disso, a instituição também informou que a Polícia Militar iria reforçar a segurança na unidade de ensino.

Polícia
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