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Mais um caso: piranhas atacam banhistas em praia de Itaituba

Segundo o Corpo de Bombeiros, já são 12 casos envolvendo ataques de peixe a banhistas

Redação Integrada, com informações do Giro

A partir do mês de setembro, quando as águas do rio Tapajós começa a baixar, há uma maior concentração de peixes às margens. Com isso eles fazem dos banhistas as suas principais vítimas.

Leia também:

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Nos finais de semana o número de ocorrências na praia Aramanay, aumentou. O primeiro caso registrado foi o da jovem Welida, de 24 anos, que teve parte de um dedo do pé arrancado pelo peixe. De lá para cá, outros 12 casos foram registrados, sendo o último, neste domingo (08), onde mais um banhista foi atacado, possivelmente por uma piranha.

A vítima teve foi mordida embaixo do pé direito. Ele recebeu atendimento médico ainda na praia, e foi liberado.

Segundo informações dos banhistas, o acidente acontece quando as pessoas entram no rio, principalmente na parte mais rasa e onde há barro. Além de ser a temporada de baixa do rio Tapajós, o que atraem as piranhas são os restos de comidas que são jogados à margem.

“Esse é 12º registro de mordida de piranha na praia. O correto, em regiões onde elas se concentram, é entrar na água arrastando o pé, além de evitar comer próximo ou jogar restos de alimentos nas margens”, relatou Alexandre, militar do Corpo de Bombeiros.

Após a mordida, é necessário fazer uma série de procedimentos, que vão impedir a ação do veneno, limpar o tecido morto e combater a ação das bactérias. Tem casos que levam até três meses para cicatrizar.

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Pará
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