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Janeiro Branco: veja onde buscar serviços psicológicos e assistenciais gratuitos no Pará

A iniciativa é do Ministério Público Federal, que lançou uma página na internet com essas informações. Há também serviços de baixo custo. Confira!

Dilson Pimentel
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O Ministério Público Federal (MPF) lançou uma página na internet para auxiliar indivíduos e grupos sociais que buscam acolhimento psicológico e suporte emocional. A iniciativa compila informações sobre serviços de atendimento psicológico e assistencial gratuitos ou de baixo custo no Pará, alinhada à campanha Janeiro Branco.

A Procuradoria Regional dos Direitos do Cidadão (PRDC) no Pará, órgão do MPF para a defesa dos direitos humanos, liderou o projeto. O trabalho foi realizado em parceria com a Comissão de Saúde Mental e a Assessoria de Comunicação da instituição no estado. Para o procurador regional dos Direitos do Cidadão, Sadi Machado, a facilitação do acesso a esses dados garante o direito à saúde.

"A informação é o primeiro passo para a efetivação da cidadania", afirmou, destacando que o MPF busca reduzir a distância entre a população e a rede de proteção.

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Serviços de apoio psicológico e assistencial

A plataforma lista diversos serviços, incluindo contatos de:

  • Centros de Atenção Psicossocial (CAPs);
  • Centros de Referência de Assistência Social (Creas);
  • Clínicas-escola;
  • Grupos de apoio e espaços de acolhimento;
  • Plantões e serviços especializados ou para populações específicas.

Os serviços contemplam atendimento presencial e online. A diversidade de formatos atende a distintas necessidades, permitindo contato direto ou superando barreiras geográficas e de locomoção para moradores do interior.

Página atende a toda a sociedade paraense

A proposta surgiu em uma reunião realizada em 2025 na sede do MPF em Belém. O encontro debateu demandas da comunidade LGBTQIAPN+ relacionadas ao projeto Casulo e à saúde trans no estado.

Embora a proposta tenha nascido desse debate, as informações na página são úteis para toda a sociedade. A iniciativa não se restringe apenas ao público LGBTQIAPN+, abrangendo todos que necessitam de suporte emocional.

Acesse a página do MPF

A página está disponível no endereço: hotsite.my.canva.site/acolhimento

Como colaborar com a plataforma

A iniciativa aceita colaborações para manter os dados atualizados. Sugestões de inclusões ou atualizações podem ser enviadas para o e-mail: prpa-ascom@mpf.mp.br.

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