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Bloco As Virgienses celebra 41 anos com o tema 'o melhor Carnaval da Amazônia' em Vigia

A proposta reforça a parceria com a gestão municipal e busca fortalecer a identidade cultural da festa, reunindo tradição, criatividade e alegria nas ruas da cidade, que se transformam em um grande palco de celebração popular

Gabriel Pires
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O Bloco das Virgienses celebra 41 anos de história nesta segunda-feira (16), destacando em 2026 o tema alinhado à campanha oficial do município, que valoriza Vigia de Nazaré como “o melhor Carnaval da Amazônia”. A proposta reforça a parceria com a gestão municipal e busca fortalecer a identidade cultural da festa, reunindo tradição, criatividade e alegria nas ruas da cidade, que se transformam em um grande palco de celebração popular.

Bloco As Virgienses

Segundo o presidente do Bloco As Virgienses, Tiago Palheta, o bloco mantém viva uma tradição que atravessa gerações e se consolida como referência do Carnaval de rua no Pará. Ele destaca que a agremiação carrega quatro décadas de história, marcadas pela valorização da cultura popular, pela participação familiar e pela ocupação das ruas como espaços de convivência e expressão. “É uma honra participar do melhor Carnaval da Amazônia e trazer essa alegria na segunda-feira de Carnaval”, afirmou.

Esse é mais um ano que o professor Cristiano Braga participa do Carnaval em Vigia. Desde 2010, ele e outros familiares participam da festividade com diferentes fantasias. Neste ano, eles estão caracterizados de abelha. “Foi bem em cima da hora e decidimos ir de abelha. Todo mundo se divertindo. Quando a pessoa vem a Vigia, ela não quer mais parar de vir", disse.

image Claudio Cardoso, de 22 anos, vestido de Alok de Vigia junto com o pai dele, o pedagogo Marcelo Gomes, fantasiado de peixe gurijuba. (Foto: Igor Mota | O Liberal)

Claudio Cardoso, de 22 anos, é DJ e se fantasiou de Alok de Vigia. O pai dele, o pedagogo Marcelo Gomes, também se divertiu com os foliões e estava vestido de peixe gurijuba. “Na sexta (13/2) teve o show dele aqui e decidi vir de Alok, porque ele veio de São Paulo pescar gurijuba”, brincou Claudio.

O autônomo Adelson Pereira se inspirou na cantora Gaby Amarantos. Ele a destacou como a artista que leva a música paraense para “os quatro cantos do Brasil e do mundo”. “Todos os anos, venho a Vigia, crio uma fantasia e me inspiro em algumas pessoas para viver esse momento único no melhor Carnaval da Amazônia. Nesse ano, quis homenageá-la: Gaby Amarantos”, contou.

A expectativa para este ano é reunir entre 50 e 60 mil pessoas nas ruas durante a programação, conforme estimativas dos órgãos de segurança. Entre os atrativos tradicionais está a distribuição gratuita de cerca de mil litros de caipirinha, considerada uma das marcas registradas do bloco. Mesmo com o período chuvoso, a organização garante que a festa será mantida, reforçando o compromisso de celebrar a cultura, a alegria e a tradição que consolidaram As Virgienses como símbolo do Carnaval amazônico.

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