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Tribunal determina que chamar homem de 'careca' é assédio sexual; entenda

A palavra passou a ser comparada a comentários sobre os seios de uma mulher

Maiza Santos

Chamar um homem de "careca" passou a ser considerado assédio sexual. A decisão foi tomada por um tribunal britânico, após julgarem o processo trabalhista de Tony Finn, que sofre de calvície. O homem abriu o processo contra a empresa onde trabalhava, após ser demitido, e alega ter sido assediado pelo ex-supervisor que o xingava.

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De acordo com Tony, o ex-supervisor o chamava de "careca de merd*" no ambiente de trabalho. No tribunal, o caso foi julgado por três homens, todos carecas, que fizeram questão de lamentar a própria falta de cabelos. Na sentença, os juízes explicaram que o fato de a calvície ser geralmente comum em homens, esse insulto pode ser considerado como "assédio sexual comparado a falar sobre os seios de uma mulher".

Segundo o tribunal, na grande maioria dos casos, as mulheres recebem muito mais "elogios" sobre os seios. Dessa mesma maneira, quem recebe mais comentários sobre a perda de cabelos é o sexo masculino. 

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"O supervisor fez a observação com o objetivo de ferir o reclamante, comentando sobre sua aparência, que é frequentemente encontrada entre os homens. O Tribunal, portanto, determina que, ao se referir ao reclamante como um 'careca de merd*' a conduta foi indesejada. Foi uma violação da dignidade do reclamante, criou um ambiente intimidador para ele, foi feito para esse propósito, e está relacionado com o sexo do requerente", disseram na sentença.

(Estagiária Maiza Santos, sob supervisão da editora Web de OLiberal.com, Vanessa Pinheiro)

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