Por que Macron usou óculos escuros durante discurso em Davos? Entenda o motivo
Acessório chamou atenção durante o Fórum de Davos e teve motivação médica, segundo o governo francês
O presidente da França, Emmanuel Macron, chamou atenção durante sua participação no Fórum Econômico Mundial de Davos, na Suíça, ao aparecer usando óculos escuros em um evento oficial. O acessório, incomum em compromissos desse tipo, rapidamente gerou especulações nas redes sociais e entre a imprensa internacional.
Apesar das interpretações iniciais, o uso dos óculos foi por motivo médico.
Problema no olho levou Macron a usar óculos escuros
Segundo informações divulgadas pelo governo francês, Macron sofreu um sangramento em um vaso sanguíneo do olho direito, condição que deixou a região visivelmente avermelhada. O quadro é considerado benigno e não oferece riscos à saúde do presidente.
VEJA MAIS
Por orientação médica e para evitar desconforto visual, o líder francês optou por manter os óculos escuros durante o discurso. Essa não foi a primeira vez que ele apareceu assim em compromissos recentes, o que reforça que a escolha não teve relação com estilo ou protocolo diplomático.
Na semana passada, Macron já tinha sido visto com o acessório em uma base militar. Ele pediu desculpas aos militares por sua "aparência desagradável", mas reforçou que não se trata de algo grave.
Aparência chamou mais atenção que o discurso
Embora Macron tenha feito declarações relevantes sobre o cenário geopolítico global, foi o visual que acabou dominando as atenções. Vestindo um terno formal combinado com óculos esportivos escuros, o presidente destoou do padrão adotado por líderes em eventos internacionais.
O episódio rapidamente repercutiu na imprensa europeia e nas redes sociais, com internautas questionando o motivo da escolha e especulando sobre seu estado de saúde, informações que foram esclarecidas pouco depois pelo governo francês.
Discurso manteve tom firme apesar do incidente
Mesmo com o problema ocular, Macron manteve o tom firme ao abordar temas como cooperação internacional, soberania europeia e tensões globais. Ele defendeu o fortalecimento das instituições multilaterais e criticou a postura de potências que, segundo ele, adotam práticas de pressão econômica e política.
(Riulen Ropan, estagiário de Jornalismo, sob supervisão de Vanessa Pinheiro, editora web de oliberal.com)
Palavras-chave
COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA