Uma mulher, identificada como Rebecca Ruud, está sendo acusada de matar a própria filha queimada após atear fogo no seu corpo por achar que ela estava morta. O crime, ocorrido em 2017, foi a julgamento na última segunda-feira (27). VEJA MAIS Ourilândia do Norte: Casal é morto a tiros na frente de bebê de um ano dentro de carro Após o crime, o Conselho Tutelar foi acionado para dar abrigo e cuidar da criança, enquanto a polícia tenta localizar possíveis familiares das vítimas Namorado enforca mulher na frente dos filhos em Anapu Crime revoltou população, tanto que o acusado teve de ser transferido da cidade Avô é preso por ser flagrado ensinando os netos de 3 e 5 anos a fazer sexo Crianças foram ouvidas pelos psicólogos e confirmaram o crime Conforme o jornal Daily Star, Rebecca é acusada de drogar a filha, Savannah Leckie, com comprimidos e bater na menina, que tinha autismo. Achando que a adolescente estava morta, ela colocou fogo e ocultou o corpo da garota. No mesmo dia, Rebecca se casou com o até então namorado, Robert Peat Jr, também acusado de assassinato. Anthony Brow, promotor do caso, alegou no tribunal que Savannah não estava morta quando foi incendiada. "Ela acordou gritando", disse o profissional. Diante disso, Rebecca teria golpeado a filha para que ela "apagasse" de vez. A mulher enfrenta acusação de assassinato, homicídio culposo, abuso infantil, adulteração de provas e abandono de cadáver. (Estagiária Paula Figueiredo, sob supervisão de Tainá Cavalcante, editora web de OLiberal.com)