Homem é morto a tiros após invadir propriedade de Trump
Suspeito estaria armado e entrou no perímetro de segurança de Mar-a-Lago, segundo o Serviço Secreto dos EUA
Um homem foi morto a tiros na madrugada deste domingo (22) após tentar entrar nas dependências de Mar-a-Lago, propriedade do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, em West Palm Beach, na Flórida. A informação foi confirmada pelo Serviço Secreto.
Segundo o órgão, o suspeito teria invadido ilegalmente o perímetro de segurança do resort por volta de 1h30, carregando o que aparentava ser uma espingarda e um galão de combustível. Ele foi baleado por agentes federais e por um vice-xerife do condado de Palm Beach durante a abordagem.
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De acordo com o xerife do condado de Palm Beach, Rick Bradshaw, o homem recebeu ordem para soltar os objetos que carregava. “Ele recebeu a ordem de largar os dois equipamentos que carregava. Nesse momento, ele largou o galão de gasolina e levantou a espingarda em posição de tiro”, afirmou.
Após a reação, os agentes efetuaram disparos para neutralizar a ameaça. O suspeito morreu no local.
O porta-voz do Serviço Secreto, Anthony Guglielmi, informou que o homem foi visto no portão norte da propriedade enquanto outro veículo deixava o resort. A caixa da arma teria sido encontrada no veículo dele.
Identificação e investigação
A agência de notícias Associated Press informou que o suspeito foi identificado por investigadores como Austin Tucker Martin, de 21 anos, da Carolina do Norte. O nome, no entanto, ainda não havia sido divulgado oficialmente pelas autoridades. Segundo as autoridades federais, o jovem havia sido dado como desaparecido por familiares dias antes do incidente.
A suspeita é de que ele tenha saído do estado de origem em direção ao sul do país, adquirindo a arma durante o trajeto. Embora Trump costume frequentar o resort nos fins de semana, ele estava na Casa Branca no momento do ocorrido. A primeira-dama, Melania Trump, também estava em Washington na noite de sábado (21).
O Federal Bureau of Investigation (FBI) solicitou que moradores da região próxima a Mar-a-Lago verifiquem câmeras de segurança residenciais em busca de imagens que possam auxiliar nas investigações.
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