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Família confirma morte de Shani Louk, dj alemã sequestrada pelo Hamas no 1° dia de conflitos

No perfil das redes sociais da artista, a irmã da jovem, Adi Louk, confirmou a morte sem dar detalhes sobre as circunstâncias e nem onde está o corpo.

O Liberal
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Nesta segunda-feira (30) a família da artista germano-israelense Shani Louk, que foi sequestrada e carregada seminua em um veículo com integrantes do grupo extremista Hamas, em 7 de outubro — época do início dos ataques contra Israel —, informou que a DJ de 23 anos está morta.
No perfil das redes sociais da artista, a irmã da jovem, Adi Louk, confirmou a morte sem dar detalhes sobre as circunstâncias e nem onde está o corpo.

“É com muita tristeza que comunicamos o falecimento da minha irmã”, diz trecho da nota publicada no Instagram.

Adi conta que Shani morreu no mesmo dia em que foi vista pela última vez, quando foi raptada por extremistas em uma rave no kibutz Reim. Há mais de três semanas, a família apelava ao governo alemão para que ajudasse no resgate de Shani.
Ela foi uma das pessoas sequestradas pelo Hamas, em 7 de outubro, na invasão surpresa aos territórios israelenses. Nas redes sociais, circulou um vídeo onde Shani estava deitada com o rosto virado para baixo e vestia apenas uma calcinha, um top e uma bota.

As pernas dela aparecem em um ângulo estranho e ela tem os cabelos puxados por um dos homens, enquanto outro apoia uma perna sobre seu corpo. Um terceiro, que está fora do veículo, chega a cuspir no corpo dela.

 

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