Remo: volante Yuri fala sobre dificuldades, família, cobranças e final da carreira em Belém Jogador está na sua segunda passagem pelo Remo Fábio Will 30.06.19 8h00 Jogador de 29 anos, começou a carreira no XV de Jaú-SP (Ivan Duarte / OLiberal) A vida de um jogador de futebol não é só glamour, carros importados, conta bancária cheia. As dificuldades no início da carreira, distância da família, decepções são constantes e muitos garotos não conseguem administra essa pressão e acabam largando o futebol. Mas existem os casos que deram certos e que conseguiram trilhar um caminho cheio de obstáculos e ultrapassá-los e adquirir respeito e admiração dos torcedores. O volante Yuri, do Remo, conversou com a equipe de OLiberal.com e falou um pouco das dificuldades na carreira, cobranças, família e o carinho do torcedores. Além da possibilidade de encerrar a carreira no Remo. Unanimidade entre os torcedores, Yuri, de 29 anos, está na sua segunda passagem pelo Remo. O tempo passou e o volante deixou o Remo, mas o Remo não saiu de Yuri, que mesmo de longe, deixava claro o sentimento de carinho pelo clube, principalmente nas redes sociais. Ser jogador de futebol sempre foi um sonho? Como começou sua carreira? “Desde que eu lembre, única coisa que me importava era jogar futebol. Comecei no futsal, tive sorte pois meus professores de escola eram muito bons. Meu tio me levou pro XV de Jaú-SP aos 12 anos e depois fui para o Atlético-MG (14anos), clube que sou muito grato, pois me formou como pessoa e atleta”, disse. Teve dificuldades no início de carreira? A família apoiava a ideia de ser jogador? “Às vezes eu tinha que dormir cedo, porque estava com fome. Em um clube como o Atlético-MG, você precisa ganhar todo dia. A distância de casa é outro fator que pesa muito, um menino de 12 anos longe dos pais, pode se tornar muito perigoso. Mas minha família sempre apoiou de várias formas, mas o principal é você saber onde quer chegar”, explicou. Qual o seu maior incentivador no futebol? “Tive muitas pessoas que me ajudaram muito. Ainda hoje tenho a sorte de encontrar pessoas incríveis no meu caminho, mas o quem mais me incentivou e fez acreditar que eu poderia ser um jogador, foi o meu tio Leoberto Garçoa, o tio Beto”, comentou. Qual a importância da família? Tem filhos? O que eles representam pra ti? “Você cresce e as coisas vão mudando. A família passa a ser esposa e filhos. Após conhecer minha esposa, a minha carreira evoluiu muito, consigo me manter mais concentrado e ela me faz acreditar. A chegada dos filhos é um momento importante na vida de um homem, aí você entende o que seus pais fizeram por você e o significado de amar vai mudando, e todo dia vai se fortalecendo com eles. Acho que meus filhos são mais importantes pra mim, do que eu pra eles, ninguém nasce pronto para ser pai, não existe uma escola que te ensina, mas a conexão entre pai e filhos é muito importante para ambas as partes. Seja o pai que seu filho precise”, disse. O Remo marcou na tua carreira por qual motivo? “O Remo marcou e marca todos os dias. Aqui jogo o meu melhor futebol e sempre que chego em Belém sei que estou em casa. Criei uma identificação com o Remo muito grande, com os funcionários, torcedores e até imprensa. Não existe uma marcação só mas são várias causas que fazem a minha marcação com o clube crescer”, falou. Queres encerrar a tua carreira por aqui? Pensa em continuar no futebol? Qual seria a função? “O caminho é grande ainda até o fim da minha carreira. Claro que penso em me aposentar por aqui, minha família gosta de Belém, mas são várias variáveis que precisam acontecer. Provavelmente vou continuar no futebol em uma nova função. Talvez no campo, mas o que me atrai muito são números, estatísticas e causas, quem sabe numa função como executivo ou diretor. Acredito que posso agregar muito nessas funções”, frisou. Como imaginas o Remo no final do ano? O acesso em 2019 sai? “O ano de 2019 gira em torno do acesso. O time está bem, temos uma comissão técnica forte, um presidente que vem fazendo de tudo pelo elenco. Claro que eu acredito no acesso, que foi uma das causa da minha volta ao Remo. Um acesso desse tamanho muda completamente a carreira”, disse. Assine O Liberal e confira mais conteúdos e colunistas. 🗞 Entre no nosso grupo de notícias no WhatsApp e Telegram 📱 Palavras-chave remo remo esportes futebol jornal amazônia yuri naves yuri volante série c COMPARTILHE ESSA NOTÍCIA Remo . Desculpe pela interrupção. Detectamos que você possui um bloqueador de anúncios ativo! Oferecemos notícia e informação de graça, mas produzir conteúdo de qualidade não é. Os anúncios são uma forma de garantir a receita do portal e o pagamento dos profissionais envolvidos. Por favor, desative ou remova o bloqueador de anúncios do seu navegador para continuar sua navegação sem interrupções. Obrigado! 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