Remo sofre bloqueio de 40% da renda da final e diretor reclama: "Falta tato dos juízes"

Decisão do Parazão, entre Remo e Independente, está marcada para este domingo (21), às 16h, no Mangueirão

Carlos Fellip

Com expectativa de público acima de 20 mil pessoas no Mangueirão para a final do campeonato paraense contra o Independente, neste domingo (21), o Remo sofreu um desfalque importante fora do gramado: o bloqueio de 40% da renda da bilheteria. Jogo está marcado para começar às 16h, com transmissão lance a lance pelo OLiberal.com.

A decisão foi tomada pela Justiça sendo 30% para ações trabalhistas e 10% para uma cível. Ao Remo, coube a obrigação de cumprir e a urgência em se adaptar à nova realidade.

"É prejudicial porque, além de estarmos nos desdobrando para conseguir novas receitas - que já estão sendo bloqueadas também -, ainda vem uma decisão dessa. Há uma certa falta de tato dos juízes em relação ao momento do clube e ao contexto vivido", pontuou o diretor de futebol do Leão, Yan Oliveira.

Oliveira garantiu que os pagamentos dos salários estão regularizados, no entanto, admitiu que o clube precisou adotar prioridades. "Tivemos de conseguir soluções criativas para manter pelo menos os salários dos jogadores em dia. Isso porque o que eles fazem dentro de campo impacta diretamente na administração do clube", disse.

Dentro do trabalho de conscientização dos atletas quanto à reciprocidade entre resultados de campo e administração do Remo, jogadores que já passaram pelo Leão em outras oportunidades, como o volante Yure (jogou no Leão em 2016 e voltou este ano), tiveram papel fundamental.

"Tivemos uma conversa franca com o grupo sobre isso. O que acontece em campo é diretamente proporcional a quanto o clube arrecada e, portanto, a quanto é repassad aos próprios jogadores".

Remo
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