Com uma chapa já definida, Remo inicia processo eleitoral; dois nomes estão fora

Ex-presidentes não têm interesse em voltar

Fabio Will

O ano de 2020 é de eleições municipais e também no Remo. O clube, atualmente é administrado pelo presidente Fábio Bentes, vencedor do pleito em 2018, começa aos poucos despertar para o assunto. Atualmente apenas uma chapa está oficialmente lançada.

As eleições marcadas para o dia 8 de novembro terão um representante da situação também. Fábio Bentes nega que venha a ser candidato à reeleição, porém nomes são estudado para caso Bentes realmente não concorra. Em entrevista ao OLiberal, o atual presidente azulino evita falar sobre o assunto, principalmente, considerando o quadro imposto pelo pandemia do novo coronavírus.

“O foco agora é fazer com que o Remo continue cumprindo com as suas obrigações, com o processo de organização administrativa, de pagamentos das dívidas. Não penso em eleição, acredito que era para todos pensarem em soluções para o clube por tudo que estamos vivendo. Não vejo momento para discutir campanha eleitoral, estou fugindo disso. É muito oportunismo, em um momento difícil, pensar em montar chapa, pedir voto, mas cada um pensa de uma forma”, disse. 

Por outro lado, a única chapa que realmente está lançada já possui um nome para presidência e um vice. Marco Antônio Pina iniciou a campanha nas redes sociais e está buscando parceiros para compor a chapa, sendo que uma pessoa já foi escolhida e Magnata fez questão de citar pontos da atual gestão. 

“Sou pré-candidato e um dos vices é Rafael Dahás. O Fábio Bentes não é o pior presidente do clube, mas também não é o melhor, como a gestão quer passar. Existem pontos positivos, um deles são os pagamentos em dia, mas existem pontos negativos. Precisamos avançar na questão patrimonial, aquisição de um centro de treinamento, nem que seja um terreno para o início de uma obra, já no futebol é necessário ser mais audacioso, pois é isso que traz receita ao clube. Entendo a política de austeridade do Fábio, deve ser dado continuidade por quem quer que seja, mas precisamos ressurgir no cenário nacional”, disse Magnata. 

Magnata iniciou sua trajetória no Remo em 2001, na fiscalização de vendedores ambulantes no Baenão. Já foi assessor de futebol, da presidência, representou o clube na FPF, diretor de estádio, foi vice-presidente, integrou a comissão do futebol no acesso para a Série C em 2015 e foi diretor de futebol em 2017. 

ESTÃO FORA

A equipe de OLiberal entrou em contato com os ex-presidentes André Cavalcante e Manoel Ribeiro, que afirmaram que não irão lançar chapa. Cavalcante informou que possui outros projetos e que não pensa em voltar, já Manoel Ribeiro, que foi eleito presidente do Remo oito vezes, afirmou que não irá mais concorrer: “Já fui várias vezes presidente, não aguento mais e não tenho mais idade para isso, mas vou apoiar uma chapa, não sei qual”, comentou.

Remo
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