Com equipamentos fabricados fora do Brasil, engenheiros detalham obra de iluminação do Baenão

Clube busca inaugurar o novo sistema de iluminação do Baenão ainda nesta temporada

Fabio Will

Com a volta dos treinos presenciais, o Remo também reinicia a saga de iluminar o estádio Evandro Almeida. A diretoria azulina em parceria com o projeto “Retorno do Rei”, busca entregar ao torcedor remista o Baenão apto para jogos noturnos.

A paralisação do futebol pela pandemia atrapalhou o cronograma do clube e do projeto, na compra e instalações dos refletores, que serão de led. Já foram realizadas as etapas da construção da subestação, cabeamento, além da criação do quadro geral, que distribui a energia para todo o estádio. O engenheiro elétrico que está à frente da obra, Nelson Simas, explicou o que ainda faltam para finalizar e deixar o Baenão  iluminado.

“Na terceira etapa vamos realizar os circuito e a colocação da iluminação em led, que será o melhor da região Norte, além das reparações das torres, já que não possuem guarda-corpo. Teremos uma plataforma de instalação e manutenção. A iluminação em led possui uma duração em média de 20 anos e o Remo vai se enquadrar nessa parte de segurança”, comentou.

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Carlos Magno, engenheiro mecânico e diretor de estádio que ajuda nas obras do Baenão, revelou que os produtos que serão instalados no estádio azulino não são feitos no Brasil e por isso o clube encontra dificuldades na aquisição, já que pode ter um custo maior do que foi planejado.

“Junto com diretores estamos conduzindo os trabalhos em relação ao prédio. Temos uma equipe de eletrotécnicos, analisamos o sistema de proteção de para-raios, medição dos aterramentos, além dos sistemas de irrigação e refrigeração do Baenão. A pandemia trouxe nuances que não existiam, como a alta do dólar, diferença nos preços dos materiais. Estamos em contato com fornecedor, pois os projetores não são fabricados no Brasil e ele estará atualizando os orçamentos, porém existe outra possibilidade que é melhorar o projeto, pois  depende da oferta e procura, já que muitas pessoas deixaram de comprar e podemos ser contemplados com uma promoção”, frisou.

O Remo iniciou a venda dos voucher para a partida inaugural do sistema de iluminação, porém não tinha uma data específica, porém o projeto retorna e com uma ação que o clube destinará os lucros das camisas da marca própria “Rei”, que será lançada no próximo mês, para concluir a obra no estádio azulino. De acordo com o presidente Fábio Bentes, essa etapa custa em torno de R$500 a R$600 mil.

Remo
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