Amor ao Remo é herança genética para Rodrigo

Rodrigo Marques, 22 anos. Estudante universitário.

Rodrigo Marques / Especial para O Liberal

O amor pelo Clube do Remo que carrego no peito surgiu como uma herança genética. Filho de pai Remista, sempre acompanhei o Clube desde a infância, seja pelo rádio ou no estádio, e relembro-me como se fosse ontem as passadas por baixo da roleta e as idas no cangote de meu pai pelas rampas do Mangueirão. Um dos momentos mais marcantes em minha vida foram meus primeiros contatos com o calor da torcida Remista, em especial no ano de 2005, quando eu, ainda criança, vislumbrava aquela imensidão de azul marinho espalhada pelo mangueirão, cantando e torcendo por uma só razão, o nosso amado Clube do Remo. 

A partir de então, meu amor só aumentou, cada vez mais, principalmente nos momentos difíceis, nos quais percebia que ter o Remo em minha vida era muito mais que um simples time de futebol. Hoje, sou muito grato ao meu pai, Antônio Sérgio, pelas idas ao estádio e pelo sentimento vivo que existe pelo Clube do Remo, o qual pretendo passar para minhas futuras gerações com o maior orgulho do mundo. 

Aos 22 anos, vejo que o sentimento de chegar ao estádio, abraçar desconhecido na hora do gol e voltar para casa com um sorriso no rosto, além de ter uma semana mais leve e tranquila, me faz crer que nasci para ser Remista. Espero que toda essa situação passe o quanto antes e que todos nós possamos voltar a vibrar de felicidade nas arquibancadas com um sentimento só.

Remo
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