Treinador do Paysandu cita erro da arbitragem e enfatiza poder de vestiário para virada contra o Itupiranga

Hélio dos Anjos

Redação Integrada

Como era previsível, o treinador do Paysandu, Hélio dos Anjos, revelou irritação com a forma como o Paysandu encarou os primeiros 45 minutos. Como de praxe, dos Anjos não explicitou claramente os problemas táticos da equipe, contudo, enfatizou que a proposta não foi seguida à risca. “É claro que fiquei irritado com o gol tomado. Agora, vestiário é vestiário. Nós temos que mexer na ferida. Não gostei do primeiro tempo. Tememos o contra-ataque do adversário e a nossa proposta não era essa”, ressaltou.

O comandante bicolor optou por priorizar a performance positiva na etapa final, inclusive, colocando-a como exemplo. “As cobranças de vestiário tiveram reação. Gostei muito da resposta dos meus dois laterais (Netinho e Diego Matos). Temos que jogar como atuamos no segundo tempo".

Hélio tentou argumentar explicitando que o Itupiranga fez o jogo da sua vida. “Não tenho nada contra, mas eles têm que correr mesmo. São meninos humildes. Eles não correm assim nos outros jogos. Não tem mais surpresa. Eles foram felizes no primeiro tempo”.  

Hélio também demonstrou insatisfação com uma atitude do árbitro Joelson Nazareno Ferreira Cardoso, cujo lance envolveu um cartão amarelo ao atacante bicolor Erik Bessa. “O juiz falou para gente que ele estava pedalando em cima da bola. Fiquei horrorizado com isso”.

Bolas paradas

Dois dos quatro gols bicolores foram oriundos de bola parada. Ambos assinados pelo zagueiro Wesley Matos, uma das novidades da escalação. “Já fizemos oito gols de bola parada. Será que isso é dependência, treino ou qualidade? Não vejo como dependência, é coisa de jogo”, frisou.

Calendário

O próximo compromisso alviceleste marca a estreia na Série C do Campeonato Brasileiro. A partida é contra o Santa Cruz-PE, sábado (08), no estádio da Curuzu. Hélio trata todos os jogos da Série C com status de decisão. “Nós temos que levar. É a sobrevivência do clube. É duro a Série C para uma marca tão grande, para uma torcida que precisa de títulos. Nós temos que levar!”, enfatizou.  “É decisão jogo a jogo. Não quer dizer que vamos ganhar tudo. É um campeonato fortíssimo. Teremos camisas fortes. Mas temos que buscar a Série D para a sobrevivência do nosso clube".

Paysandu
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