Ex-presidente da Comissão de Arbitragem avalia atuação de Dewson no Re-Pa: 'Foi pênalti'

José Guilhermino de Abreu comentou que o árbitro paraense da FIFA foi infeliz na não marcação do penal

Fabio Will

O primeiro Re-Pa da semifinal da Copa Verde terminou com muitas reclamações por parte de dirigentes, membros das comissões técnicas e jogadores em relação ao árbitro Dewson Freitas. A atuação do FIFA rendeu avaliação do ex-árbitro e antigo presidente da comissão de arbitragem do Estado, José Guilhermino de Abreu.

Com 18 anos de carreira, sendo sete anos integrando a comissão de arbitragem da FPF, Guilhermino afirmou que o lance ocorrido no segundo tempo em que a bola bate no braço do jogador Bruno Collaço, do Paysandu, foi pênalti e que não caberia interpretação.

“Com as novas recomendações da Comissão de Arbitragem, o pênalti deveria ser marcado. Braço aberto, fazendo um prolongamento do corpo, é clara a interceptação do cruzamento”, disse.

Guilhermino, no entanto, discorda do presidente do Remo, Fábio Bentes, que pede ao árbitro Dewson Freitas uma reciclagem. Para o ex-árbtro, o FIFA paraense é um dos melhores e não ocupa o cargo à toa.

“Com a implantação do VAR todos os árbitros brasileiros encontram dificuldades. Se ontem tivesse o VAR, ele com certeza faria essa correção. Não podemos crucifica-lo, ele é um dos melhores do país, prova disso é que ele é um FIFA. Árbitros como Raphael Klaus e Anderson Daronco erram, e não são afastados ou passam por reciclagem. Creio que o erro compromete a brilhante carreira do Dewson, pois o número de acertos são infinitamente superiores”, comentou.

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