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Matheus Cunha avalia dificuldades contra a Noruega: 'Organizar a defesa'

Atacante da Seleção Brasileira acredita que bola aérea é um dos pontos fortes da equipe norueguesa

Felipe Campos direto de Nova Jersey
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Faltando apenas um treinamento antes de enfrentar a Noruega, o Brasil segue a preparação para as oitavas de final da Copa do Mundo. Durante esta sexta-feira (3), Raphinha retornou aos treinos e pode ser relacionado para o confronto de domingo (5).

​Após a atividade, o atacante Matheus Cunha falou com a imprensa em Nova Jersey, nos Estados Unidos. Jogador do Manchester United, ele enfrentou Haaland e Odegaard durante a temporada inglesa e conseguiu duas vitórias. Retrospecto favorável que espera manter com a camisa da Seleção Brasileira.

"Foram jogos difíceis e eu tive a sorte de sair mais feliz. A gente conhece muito bem eles e temos companheiros que jogam com eles também, algo que vai nos ajudar na preparação", afirmou.

A Noruega tem o elenco com a maior média de altura do mundial, com 1,87 metro. Por conta disso, para este duelo, a bola aérea pode ser muito importante e os mais altos precisam ajudar, como ressaltou Matheus Cunha.

"A gente, que é um pouco mais alto que a maioria, vai estar marcando (na defesa). Estamos dedicando boa parte do treino para organizar a defesa. Sabemos que eles (Noruega) têm a bola parada como ponto forte e temos que ficar bem ajustados para sair sem levar gols".

Atacante titular do Brasil, Matheus Cunha vai rivalizar com Haaland na busca por gols. O norueguês é um dos principais centroavantes do mundo e já foi adversário do brasileiro em duas ligas diferentes.

"O Haaland é um grande jogador. Vem mostrando isso em várias oportunidades, desde o Borussia Dortmund. Ele é muito forte, mas eles (Noruega) também têm grandes jogadores e temos que estar focados nesses atletas", comentou.

Além de Matheus Cunha, o Brasil conta com vários atacantes que se destacam no futebol mundial, como Vinícius Júnior, Endrick e Raphinha. Com tantos craques, os brasileiros dividem o protagonismo na hora da decisão.

"Temos muitos protagonistas em seus clubes, mas não dá para ser protagonista toda hora e eu não tenho problema em não ser. Sei que as outras funções são importantes e estou feliz por estar ajudando e também marcando gols", finalizou.

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