Ritmista Beto Ferreira, da escola de samba Rancho Não Posso Me Amofiná, morre neste domingo, 31
Agremiação Rancho Não Posso Me Amofiná e Escolas de Samba Associadas lamentam a perda do 'Beto do Tamborim
Ritmista e personagem marcante do Carnaval de Belém, Beto Ferreira, integrante da escola Rancho Não Posso Me Amofiná, faleceu neste domingo (31). A agremiação e a Liga das Escolas de Samba Associadas (ESA) emitiram notas de pesar nas redes sociais.
O velório de Beto Ferreira ocorre na Good Pax Capela Individual 4, a partir das 15h (travessa Lomas Valentina entre avenida Duque de Caxias e avenida Romulo Maiorana). E o sepultamento será na segunda-feira, 01, a partir das 9h, no Max Domini BR Marituba.
O Grêmio Recreativo Jurunense Rancho Não Posso Me Amofiná publicou uma nota de "seu mais profundo pesar pelo falecimento do ritmista e sócio colaborador Beto Ferreira". O comunicado da escola mencionou que o óbito ocorreu em 31 de maio de 2026.
A homenagem do Rancho Não Posso Me Amofiná
A nota da agremiação descreve Beto Ferreira como um "apaixonado pelo samba, um companheiro dedicado e uma presença marcante" na escola. O texto ressalta que "sua alegria, amizade e compromisso com o Rancho deixaram um legado de carinho, respeito e admiração entre todos que tiveram o privilégio de conviver com ele".
O Rancho Não Posso Me Amofiná manifestou solidariedade aos familiares, amigos e companheiros de Beto. A escola expressou o desejo de que todos encontrem força e conforto. O comunicado finaliza afirmando: "Sua batida ecoará para sempre em nossa memória, e sua história permanecerá viva nos corações".
Nota de pesar da ESA
A ESA também lamentou a morte do ritmista. Em sua nota, a entidade se referiu a ele como "Beto do Tamborim", destacando sua colaboração com as baterias das escolas de samba de Belém. A associação frisou sua participação ativa no Rancho Não Posso Me Amofiná e manifestou solidariedade aos familiares e amigos.
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