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Queixa-crime é aberta e Cássia Kis deve ser ouvida em acusação de transfobia em shopping

Na legislação do Brasil, a transfobia é considerada crime equiparável ao racismo e pode resultar em pena de um a três anos de prisão e multa

Estadão Conteúdo
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Acusada de transfobia após tentar impedir uma mulher transgênero de usar o banheiro feminino no Barra Shopping, no Rio de Janeiro, Cássia Kis será questionada pela Polícia Civil carioca. A vítima, Roberta Santana, abriu uma queixa-crime contra a atriz na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi).

Roberta foi acompanhada pela vereadora Benny Briolly, primeira mulher trans eleita e reeleita no Rio de Janeiro, que está prestando auxílio jurídico e psicológico à vítima. A parlamentar também anunciou, em postagem no Instagram, ter levado o caso ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro.

Na legislação do Brasil, a transfobia é considerada crime equiparável ao racismo e pode resultar em pena de um a três anos de prisão e multa.

Até a publicação deste texto, Cássia Kis não havia se manifestado sobre as acusações. O espaço segue aberto.

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