Projeto Toró das Artes abre inscrições para oficinas gratuitas em Belém
Atividades de fotografia, culinária e audiovisual começam em 10 de março no Benguí, com foco em jovens e adultos interessados na cultura local
O projeto Toró das Artes abriu inscrições para três oficinas gratuitas em Belém. As atividades, de Fotografia em Celular, Culinária Paraense e Audiovisual em Celular são destinadas a jovens e adultos. As aulas iniciam em 10 de março, de forma presencial, no bairro do Benguí. Inscrições podem ser realizadas pela internet, através deste link.
Habilidades e cultura local em destaque
As atividades propostas buscam uma imersão prática nos saberes culturais da cidade. Elas visam desenvolver habilidades técnicas e ampliar o olhar dos participantes sobre a cultura local.
Detalhes das oficinas oferecidas
Sob o comando da fotógrafa Walda Marques, a oficina de Fotografia em Celular ensinará fundamentos como luz, enquadramento e composição. O objetivo é explorar o potencial do smartphone para registrar o cotidiano e a identidade cultural da cidade.
A oficina de Culinária Paraense, com a chef Verena Aquino, apresentará técnicas e conhecimentos da gastronomia regional. Serão valorizados ingredientes típicos e modos de preparo que integram a memória alimentar amazônica.
O documentarista Junior Braga ministrará a oficina de Audiovisual em Celular. Os participantes aprenderão noções de roteiro, captação de imagem e som, além de edição básica. A meta é estimular a produção de narrativas que retratem histórias e perspectivas do território.
O Projeto Toró das Artes e sua abrangência
As formações integram o projeto Toró das Artes, iniciativa que conecta memória, identidade e formação cultural. A ação envolve o registro de memórias, a escuta de diferentes olhares e a celebração da riqueza cultural do Pará.
O projeto já passou por Bragança e agora chega a Belém, dando continuidade à circulação cultural pelo estado. Ele prevê a produção de um livro e um filme, além das oficinas gratuitas.
Cultura Amazônica em Destaque
Liane Gaby, coordenadora geral do projeto e presidente do Instituto Cultural Amazônia Atlântica (ICAA), destaca a importância de Belém para a iniciativa.
“O projeto nasce com o propósito de conectar saberes, tradições e novas gerações, transformando a riqueza cultural do Pará em memória e legado. Belém é um marco importante nesse caminho, pois traduz em suas expressões a força da cultura amazônica”.
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