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“Passeio no Combu”, de Nego Nelson, traz sonoridade funk e soul

O novo trabalho de Nego Nelson traz funk music e soul em sete faixas

O Liberal

Nego Nelson, grande nome da música instrumental paraense, mostra ao público mais um trabalho inédito, o álbum “Passeio no Combu”, produzido durante o isolamento social da pandemia do novo coronavírus. Além disso, ele também lançou seu songbook com 31 músicas, e realizou diversas lives.

O novo trabalho de Nego Nelson traz funk music e soul em sete faixas. “Esse disco é uma retomada de composições que fiz há muitos anos, inspiradas em George Benson. É uma homenagem aos meus amigos que também gostam desses ritmos. A gente ouvia muito na década de 1980”, conta Nego.

O artista explica que “Passeio no Combu” foi desenvolvido durante o isolamento da pandemia, período no qual ele também lançou seu Song book. “Agora estamos voltando aos palcos com plateia. É uma enorme alegria. A vacina mostra que é eficaz e que é o melhor resultado. Quem é inteligente, toma vacina. Não pode passar a doença para os outros”, diz.

A base do álbum foi gravada de uma só vez. Depois, outros timbres se somaram ao violão de Nego Nelson: William Jardim (guitarra), Wesley Jardim (baixo), Gileno Foinquinos (guitarra) e Gugu Batera (bateria).

“Passeio no Combu” se soma à discografia do violonista, que conta com os álbuns “Uirapuru Canto da Amazônia” (1995), “Solos do Nosso Solo 1” (1998), “Solos do Nosso Solo 2 com Bob Freitas” (2002), “Nego Nelson em cantos” (2005) e “Choro Nosso de Cada Dia” (2005). 

“Eu tenho relativamente poucos discos. Mas eu não faço questão. O importante é fazer música boa. Você não precisa ter uma obra grande, mas uma grande obra. E eu acho que consegui fazer”, orgulha-se Nego.

Este projeto é apoiado pela Secretaria de Estado de Cultura do Pará (Secult-PA), com recursos provenientes da lei federal n.º 14.017, de 29 de junho de 2020.

Músico profissional há mais de 40 anos, participou de festivais e fez shows com diversos artistas de renome nacional como Leny Andrade, João Donato, Leila Pinheiro, Fafá de Belém, Billy Blanco, Arismar do Espírito Santo, Maestro Laércio de Freitas e outros.

Com 35 anos na arte educação, Nego Nelson também compõe para teatro, filmes e documentários. Foi professor durante 11 anos do Conservatório Carlos Gomes e na Fundação Curro Velho durante 15 anos e 4 anos como gerente de oficinas de música.

Se apresentou em países como França e Itália, e fez participações como instrumentista em mais de vinte CDs de outros artistas.   


 

Palavras-chave

Cultura
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