'O show no Pará é diferente', diz Léo Foguete antes do Parárraiá 2026
O cantor de forró e piseiro se apresenta neste sábado (6), no estacionamento do Mangueirão, em Belém
Pelo segundo ano consecutivo, Léo Foguete integra a programação do Parárraiá. O cantor petrolinense, de 22 anos, é uma das atrações deste sábado (6), no Mangueirão, em Belém, onde o festival transforma o estacionamento do estádio em uma grande celebração junina com quadrilhas, vendas de comidas típicas e apresentações musicais. Com entrada gratuita, o evento abre os portões a partir das 18h e reúne ainda shows de Xand Avião, Zé Vaqueiro, Nirah e da aparelhagem Carabao: O Máximo.
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Durante a temporada de São João, Léo Foguete percorrerá diferentes estados brasileiros em uma agenda que reúne 24 shows, muitos deles em cidades do Norte e Nordeste.
“É um momento que requer muita saúde. Eu procuro me cuidar, fazer exercícios, estar sempre acompanhado por fonoaudiólogo e cuidar da alimentação. A voz é o nosso instrumento de trabalho. Tem alimentos que a gente evita e outros que ajudam bastante”, compartilhou o cantor sobre como tem sido o seu processo de preparação para a maratona de shows na época.
“É uma loucura que a gente gosta muito. É um momento pelo qual ficamos extremamente ansiosos para viver”, acrescentou.
Carinho pelo Pará
A apresentação em Belém representa mais um reencontro dele com o público paraense, com quem afirma ter criado uma conexão ao longo dos últimos anos. “É um lugar que eu já tenho um carinho muito grande. Sempre falo que existe o show do Léo Foguete, e existe o show do Léo Foguete no Pará. É outra coisa”, afirmou.
Segundo Léo, a energia encontrada nos palcos dos municípios paraenses influencia diretamente suas apresentações. “É uma galera que se entrega mesmo. Estou ansioso de verdade para mostrar o que a gente está preparando para este São João”, comentou.
E, para a série de apresentações ao longo do mês de junho, Léo tem preparado um repertório especial. Recentemente, ele lançou a faixa “Deixo”, releitura em ritmo de forró romântico da música eternizada por Ivete Sangalo. A gravação marca o início de um projeto que reúne reinterpretações de clássicos da MPB adaptados ao seu estilo.
O cantor explicou que o projeto nasceu do desejo de aproximar diferentes gerações da música brasileira. Antes da nova versão do sucesso de Ivete, ele já havia lançado releituras de “Quem de Nós Dois”, de Ana Carolina, e “Sozinho”, de Caetano Veloso.
“A ideia é fazer com que a minha geração também conheça mais sobre essas músicas. Essa canção foi lançada em 2007 e me trazia uma sensação de nostálgica. A intenção era justamente provocar isso em quem ouve”, contou.
“Depois do São João, vamos lançar um álbum novo com outras regravações e também músicas inéditas. Tem muita novidade vindo aí. Estamos preparando coisas diferentes, inclusive com influências de estilos de fora do país. A ideia é até trabalhar uma sonoridade mexicana”, revelou o artista com exclusividade ao Grupo Liberal.
O ritmo que não pode faltar
Quando o assunto é o repertório que será apresentando no show de Belém, o cantor garante que existe um momento que não pode faltar durante a apresentação: o rock doido.
“Essa é uma lenda que só o Pará tem. O público pede muito e é um dos momentos que eu mais gosto de fazer no show. Sempre que falo do Estado musicalmente, eu lembro do ‘rock doido’. Acho que todo mundo deveria conhecer essa cultura”, afirmou.
Léo também citou artistas paraenses que acompanham sua trajetória musical. Entre eles, destacou a parceria já realizada com Manu Bahtidão na música “Eu Vou Te Deixar Ir”, um dos primeiros feats que participou, e mencionou nomes como Viviane Batidão, Zaynara, Gaby Amarantos e Joelma.
“São artistas que eu admiro muito. A Joelma é um fenômeno. Meu sonho é conseguir fazer algumas das performances que ela faz no palco”, comentou.
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