Rita Cadillac diz ter usado auxílio emergencial para pagar luz e condomínio

'Nunca mostrei uma fortuna. Minha vida sempre foi muito simples', justificou artista após ser alvo de críticas

Redação Integrada

Com a agenda de apresentações parada por conta da pandemia de covid-19, Rita Cadillac se cadastrou para receber o auxílio emergencial concedido pelo Governo Federal para pessoas com dificuldades financeiras. Em entrevista ao Extra, a artista de 65 anos disse ter usado a primeira parcela do benefício no mês passado, R$ 600, para pagar a conta de luz e parte do condomínio do apartamento alugado onde mora, no bairro Santa Cecília, na região central de São Paulo.

"Quem pediu o benefício foi cidadão Rita de Cássia. Porque a Rita Cadillac está dormindo desde que começou a pandemia e só vai acordar quando ela puder voltar a fazer shows, o que eu sempre fiz na minha vida. Se eu tivesse trabalhando, eu jamais pediria. Foi aceito porque eu cumpri tudo. Preenchi todo o cadastro, mandei tudo o que eles pediram, foi analisado e me deram. O dinheiro ajudou a pagar luz e uma parte do condomínio e outras contas", esclareceu.

Após revelar que foi beneficiada com o auxílio, Rita foi alvo de diversas críticas. "Até agora estou sem entender o por quê disso. As pessoas imaginam que todos os artistas são milionários e moram em mansões. Tem muito artista que não. Eu não sou assalariada, não tenho contrato com ninguém. Eu faço os meus shows e trabalho, graças a Deus, bastante. Não é vergonha, porque eu sou uma cidadã comum, eu pago imposto. Não foi dito que só uma classe podia pedir o auxílio. O artista foi o primeiro a parar e será o último a voltar a trabalhar. As pessoas fizeram um reboliço tão grande que me magoou muito. Nunca menti, nunca disse que sou rica, nunca mostrei uma fortuna. Minha vida sempre foi muito simples".

A artista contou ainda que, por enquanto, só vem divulgando restaurantes do local onde mora, mas não recebe por isso. Nas redes sociais, é possível ver dezenas de postagens de Rita divulgando estabelecimentos alimentícios. "Faço publicidade para os restaurantes da região onde eu moro. Faço para ajudar. Não ganho nada. É uma solidariedade para eles que agora têm que trabalhar com delivery", explica.

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