Belém Trap Festival terá Delacruz, Papatinhos, Filipe Ret, Caio Luccas, L7nnon e Mateca

Delacruz conversou com o olieral.com, falou de carreira e amor

Bruna Dias

Esse ano foi a vez do Trap ditar regras na música brasileira. O ritmo é um subgênero do rap/hip-hop e surgiu em 2000, no sul dos Estados Unidos. Mas aqui no Brasil, ele já entrou na mistura das características locais e explodiu pelo país todo.

Claro que o Pará não podia ficar de fora desse sucesso, e no dia 19 de novembro, acontece o ‘Belém Trap Festival’, com Delacruz e Papatinhos confirmados.

A festa será na Arena Guilherme Paraense, o Mangueirinho.

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Quem já comprou ingressos para o show da dupla que ocorreria na última semana, poderá usar no ‘Belém Trap Festival’. Além de, Delacruz e Papatinhos, ainda terá Filipe Ret, Caio Luccas, L7nnon e Mateca.

O jovem Delacruz é um expoente na música brasileira. O carioca, de Vigário Geral, tem a arte nas veias, neto de letrista de escola de Samba e filho de mãe artista, era impossível ele não se entregar as artes, mesmo que a escolha não tenha sido fácil.

“Quando eu cheguei no ensino médio, essa dúvida, essa pergunta, essa questão ficou mais séria. A música parecia um objetivo distante assim, tive que pensar em um curso mais sério, uma coisa mais realista, e aí eu escolhi comunicação. Entrei para escola técnica para fazer publicidade, fiz prova para colégio técnico, enfim. E queria publicidade, mas no fundo já queria a música, no fundo eu já sabia, né? Assim como era um sonho distante o futebol também, que era outro sonho que eu tinha, mas vindo do contexto social que eu venho parece muito distante, minha mãe não tinha condições financeiras para me ajudar nisso e nem psicológicas assim, nem muitas expectativas. Então foi uma coisa que partiu mais de mim mesmo, contrariar isso e tomar coragem para decidir que eu ia viver de música e aí foi logo ali ensino médio que eu tomei essa decisão mesmo para vida. Foi um período muito importante, muito difícil assim. Contrariar todo mundo, né? Contrariar a minha mãe, contrariar meu pai, as pessoas que mandavam eu estudar e era arriscado, mas eu graças a Deus tive coragem e deu certo”, contou o músico ao oliberal.com.

Nessa transição, Delacruz experimentou alguns ritmos, como o Funk, Hip Hop, Samba, Pop Rock e Pagode. Hoje, quem escuta Delacruz encontra nas suas melodias muito sentimento, mesmo que muitas vezes as letras do Trap, Rap ou Hip Hop, de uma forma geral, são carregadas de questionamentos sociais.

“Bem, eu particularmente tenho mais facilidade falando de amor, sobre amor. Mas isso não significa que isso seja fácil, que seja mais fácil ou que é uma coisa mais fácil que a outra. São dois coisas difícil. São dois temas complexos, enfim, né? Mas eu particularmente tenho mais facilidade, me saio melhor falando sobre amor”, explicou Delacruz, um grande romântico.

Agende-se

Belém Trap Festival

Atrações confirmadas: Delacruz e Papatinhos

Data: 19 de novembro

Local: Arena Guilherme Paraense, o Mangueirinho

Cultura
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