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A escritora Monique Malcher indica livros para comprar na Feira do Livro

A escritora paraense ganhou o Prêmio Jabuti em 2021

Painah Silva

No último sábado, 27, deu-se início a 25ª edição da Feira do Livro e das Multivozes realizada todos os anos em Belém. Desta forma, a escritora, jornalista e artista paraense, Monique Malcher, separou três indicações de livros que o público pode encontrar na Feira. Segundo ela, são leituras emocionantes. 

Inclusive, no último, 28, a paraense foi uma das convidadas para participar de um bate-papo na Feira do Livro.

Monique nasceu em Santarém e mora atualmente em São Paulo e, no último ano, foi a vencedora do Prêmio Jabuti, na categoria Contos, por seu livro “Flor de Gume”. Obra essa bastante ovacionada por quem costuma consumir literatura paraense, além de ser um dos livros mais lidos dos últimos dois anos pelo projeto nacional “Leia Mulheres”. A autora foi a segunda mulher do norte do país a ganhar essa premiação, atrás apenas de Olga Savary. Seu destaque foi tamanho que, em breve, Monique estará na biblioteca pública do campus da Universidade Harvard, nos Estados Unidos, convidada para falar sobre sua escrita. Entre seus projetos paralelos está o Clube de Escritoras Paraenses, o qual foi criado por ela.

A primeira indicação de livro da autora é a obra “Você Nunca Fez Nada de Errado”, de Felipe Cruz, lançada em 2018. A história apresenta a vida do próprio autor e sua experiência ao descobrir que tinha HIV. A sua reação, a de sua família e amigos é registrada na obra.

“Uma prosa poética que mistura relato, ensaio e obviamente poesia. Ler sobre HIV na perspectiva sensível de Felipe e percorrer com ele o sentir de se rever em meio ao caos, uma experiência para a vida”, afirma Monique.

Como segunda opção de livro, a paraense indica “Eu Preferia Ter Perdido Um Olho”, de Paloma Franca Amorim. O trabalho da escritora reúne textos publicados por ela no jornal O Liberal, nos quais ela apresenta muito da perspectiva e vivência paraense. 

“Uma das maiores cronistas que já li. Paloma escreve sobre sentimentos e atos que nos rasgam o coração. Uma experiência incrível para redescobrir também o Pará”, diz a artista. 

A sua terceira indicação é a obra de Jarid Arraes, “Corpo Desfeito”. Este livro, o primeiro lançado pela escritora, apresenta um romance que aborda as consequências do abuso físico e psicológico de crianças. Jarid foi uma ganhadora dos Prêmios APCA e Biblioteca Nacional. 

“Romance de estreia de Jarid, que com muita sensibilidade com um jogo de palavras assombroso toca no tema de abuso físico e psicológico de crianças e sobre religiosidades”, conclui Monique. 

(*Estagiária Painah Silva, sob supervisão do Coordenador de Conteúdo de Cultura, Abílio Dantas)

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