CONTINUE EM OLIBERAL.COM
X

Suzane von Richthofen afirma ter sido 'perdoada por Deus' e cita ausência de carinho em documentário

Suzane lembra a infância marcada por distanciamento familiar e falta de afeto; produção ainda não tem data de estreia

Gabrielle Borges
fonte

Vinte anos após o assassinato dos pais, Suzane von Richthofen voltou a se pronunciar sobre o caso que chocou o Brasil em um documentário inédito da Netflix. Na produção, com o título provisório de "Suzane Vai Falar", ela relembra a infância, comenta sua trajetória e compartilha sua versão sobre um dos crimes mais emblemáticos do país.

Suzane lembra a infância marcada por distanciamento familiar e falta de afeto. “Eu vivia estudando. Era só nota alta. Tirava 9 e 10 em todas as matérias. Não havia demonstração de amor, nem deles pra gente, nem da gente pra eles. Minha vida era brincar com meu irmão”, relatou.

Sobre o pai Manfred, ela acrescentou que ele era ainda mais distante: “Meu pai era zero afeto. Minha mãe ainda tinha um pouco. Volta e meia ela pegava a gente no colo. Mas era muito de vez em quando”.

VEJA MAIS

image Morte de tio, roubo e herança milionária: os novos acontecimentos no caso Suzane Richthofen
O médico Miguel Abdalla Neto morreu aos 76 anos, em janeiro deste ano. Ele foi encontrado morto em sua casa e era irmão de Marisa von Richthofen, mãe de Suzane e Andreas


image Empresária acusa Suzane von Richthofen de retirar bens da casa do tio falecido sem autorização


image Irmão de Suzane von Richthofen não disputa herança de R$ 5 milhões do tio
Andreas von Richthofen não apresentou pedido para participar do inventário de Miguel Abdalla Netto

Maternidade e "perdão de Deus"

Durante a série documental, que ainda não tem data oficial de estreia, Suzane também fala sobre sua vida atual e a maternidade. Em determinado momento, ela afirma ter recebido o perdão divino após o nascimento do filho: “Quando eu olho para o meu filho, tenho a certeza de que Deus me perdoou”, disse.

Desde 2023, Suzane iniciou uma nova fase da vida. Após deixar o presídio, ela conheceu o médico Felipe Zecchini Muniz, oficializou a união e se mudou para a casa dele em Bragança Paulista. Com o casamento, adotou o nome Suzane Louise Magnani Muniz.

O casal teve o primeiro filho em 2024; Felipe já é pai de outras três filhas do casamento anterior. Sobre a transformação pessoal, Suzane afirmou: “Aquela Suzane ficou lá no passado. A sensação que eu tenho é que ela morreu junto com os meus pais”.

A declaração reforça a mudança de vida que ela busca consolidar após anos de repercussão nacional pelo crime que chocou o país no início dos anos 2000.

(*Gabrielle Borges, estagiária de jornalismo sob supervisão de Felipe Saraiva, editor web de OLiberal.com)

 

Assine O Liberal e confira mais conteúdos e colunistas. 🗞
Entre no nosso grupo de notícias no WhatsApp e Telegram 📱
Brasil
.
Ícone cancelar

Desculpe pela interrupção. Detectamos que você possui um bloqueador de anúncios ativo!

Oferecemos notícia e informação de graça, mas produzir conteúdo de qualidade não é.

Os anúncios são uma forma de garantir a receita do portal e o pagamento dos profissionais envolvidos.

Por favor, desative ou remova o bloqueador de anúncios do seu navegador para continuar sua navegação sem interrupções. Obrigado!

ÚLTIMAS EM BRASIL

MAIS LIDAS EM BRASIL