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Paciente vítima de anestesista suspeita de estupro vaginal além do sexo oral

A mulher diz lembrar de seu corpo “se movimentando” logo após o médico aplicar sedativo e impedir que a acompanhante da paciente entrasse na sala

Maiza Santos

Uma paciente de 30 anos, que está entre as possíveis vítimas do médico anestesista Giovanni Quintella Bezerra, desconfia ter sofrido estupro vaginal, além do abuso por meio do sexo oral. O advogado da mulher, identificado como Joabs Sobrinho, relata que ela contou detalhes do que se lembra de quando ainda estava acordada, após ter sido sedada pelo acusado. 

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A paciente foi a primeira grávida que o médico atendeu durante o parto na manhã do dia do crime, domingo (10). De acordo com o advogado, ela diz se lembrar de perceber o próprio corpo "se movimentando", mas que estava muito sedada para falar algo. A mulher entrou na sala de parto por volta das 8h30, mas Giovanni Bezerra não permitiu que uma amiga que a acompanhava entrasse. Ela também se lembra que o anestesista não deixou que uma enfermeira ou enfermeiro colocasse a sonda em sua genitália.

“Tinha muita coisa de errado, ele colocou a sonda e deu a injeção sentada, e não deitada, mas ela estranhou porque sabia que era deitada. Ela disse: 'Mas eu estou muito suja, tenho vergonha, doutor. E ele respondeu: 'Não, eu te limpo'”, explicou o advogado.

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Conforme outros relatos da mulher, o acusado teria aplicado uma dosagem muito forte e ainda perguntou se a paciente sentia as pernas e ela disse que não. “Depois ficou sozinho com ela. Ela via balançar a parte de baixo, mas não sentia nada. Aí ela apagou. Quando acordou, viu ele atrás da cabeça dela. Perguntou: 'Já nasceu?' 'Já', e apagou de novo", completa.

O filho da mulher nasceu por volta das 9h30. Ela ficou sedada até quase 12h e também não conseguiu amamentar por estar muito sonolenta.

(*Estagiária Maiza Santos, sob supervisão da editora de OLiberal.com, Ádna Figueira)

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