Acessar
Alterar Senha
Cadastro Novo

Delegada afirma que vídeo de anestesista estuprador é legal e que ele não é ‘maluco’

'Anestesista tinha discernimento pleno do que fazia', diz Bárbara Lomba

O Liberal

A delegada Bárbara Lomba, responsável pela prisão do anestesista Giovanni Quintella Bezerra por estupro de vulnerável, afirma que ele não é “maluco”, pois tinha plena noção do que fazia ao atacar sexualmente uma parturiente no Hospital da Mulher Heloneida Studart, na Baixada Fluminense. A delegada é titular da Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), de São João de Meriti, no Rio de Janeiro, e disse que a forma como foi produzido o vídeo, que é a principal peça na investigação, é legal.

"Não vou dizer que ele é maluco. Para o direito penal é muito claro, não houve comprometimento do entendimento dele. Para uma pessoa ser inimputável, não basta ter uma doença mental, tem que estar comprovado que a doença comprometeu o entendimento da ilicitude", afirma ela. "Não é o caso. Entendo que ele tinha discernimento pleno da ilicitude. Não vou chamar de doente."

VEJA MAIS

Família desocupa apartamento de anestesista às pressas a pedido do proprietário após estupro
O proprietário do imóvel estava em choque com o caso que culminou na prisão do anestesista por estupro de uma mulher grávida

Polícia investiga se outras 20 mulheres foram vítimas de anestesista em outra maternidade
O anestesista já está sendo investigado por 6 casos

Sedativo usado por anestesista que estuprou grávida pode causar alucinações e afetar bebês
A vítima estuprada por Giovanni no Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti, Baixada Fluminense, foi sedada por completo

Entre as prioridades da investigação, Bárbara Lomba afirma que quer ouvir as outras duas mulheres operadas no dia 10 e a própria vítima, a mulher que foi filmada. “Essa é a minha prioridade agora, até por que o caso dela está atrelado à prisão em flagrante. Mas não queremos pressionar, estamos indo com muita cautela, vendo o dia melhor, para não expô-la ainda mais”.

Sobre uma possível argumentação da defesa dizendo que o vídeo do flagrante não seria legal, a delegada afirma que o vídeo “foi gravado em um ambiente público, do serviço público, não um ambiente particular, privado. Foi feito por servidores públicos que participavam daquele procedimento, não foi gravado por terceiros. Não houve ilegalidade nenhuma”.

Brasil
.

Desculpe pela interrupção. Detectamos que você possui um bloqueador de anúncios ativo!

Oferecemos notícia e informação de graça, mas produzir conteúdo de qualidade não é.

Os anúncios são uma forma de garantir a receita do portal e o pagamento dos profissionais envolvidos.

Por favor, desative ou remova o bloqueador de anúncios do seu navegador para continuar sua navegação sem interrupções. Obrigado!

ÚLTIMAS EM BRASIL

MAIS LIDAS EM BRASIL